IGP-M, a inflação do aluguel, tem alta de 0,52% em novembro

Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) subiu mais do que o esperado em novembro e fechou o mês com alta de 0,52%, ante 0,20% no mês anterior, devido à maior pressão dos preços nos atacado; Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que mede a variação dos preços no atacado e responde por 60% do indicador geral, encerrou novembro com alta de 0,66%, contra 0,16% no período anterior, segundo dados da Fundação Getulio Vargas (FGV)

Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) subiu mais do que o esperado em novembro e fechou o mês com alta de 0,52%, ante 0,20% no mês anterior, devido à maior pressão dos preços nos atacado; Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que mede a variação dos preços no atacado e responde por 60% do indicador geral, encerrou novembro com alta de 0,66%, contra 0,16% no período anterior, segundo dados da Fundação Getulio Vargas (FGV)
Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) subiu mais do que o esperado em novembro e fechou o mês com alta de 0,52%, ante 0,20% no mês anterior, devido à maior pressão dos preços nos atacado; Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que mede a variação dos preços no atacado e responde por 60% do indicador geral, encerrou novembro com alta de 0,66%, contra 0,16% no período anterior, segundo dados da Fundação Getulio Vargas (FGV) (Foto: Paulo Emílio)


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Reuters - O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) subiu mais do que o esperado em novembro e fechou o mês com alta de 0,52 por cento, ante 0,20 por cento no mês anterior, devido à maior pressão dos preços nos atacado.

O dado divulgado nesta quarta-feira pela Fundação Getulio Vargas (FGV) ficou acima da expectativa em pesquisa da Reuters de avanço de 0,45 por cento.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que mede a variação dos preços no atacado e responde por 60 por cento do indicador geral, encerrou novembro com alta de 0,66 por cento, contra 0,16 por cento no período anterior.

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Dentro do IPA, os Bens Intermediários aceleraram a alta a 1,93 por cento, contra 0,95 por cento antes, com destaque para o movimento de combustíveis e lubrificantes para a produção.

Os Bens Finais aceleraram a alta a 0,50 por cento, contra 0,39 por cento anteriormente, com destaque para o comportamento do subgrupo combustíveis para o consumo.

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Já o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), com peso de 30 por cento no IGP-M, subiu 0,28 por cento no mês, repetindo a mesma taxa registrada em outubro.

A principal contribuição de alta partiu do grupo Habitação, que subiu 0,77 por cento, ante avanço de 0,31 por cento antes, dado o comportamento do item tarifa de eletricidade residencial.

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O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), por sua vez, acelerou a alta a 0,28 por cento em novembro, de 0,19 por cento no mês anterior.

O IGP-M é utilizado como referência para a correção de valores de contratos, como os de aluguel de imóveis.

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Por Thaís Freitas

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