Ibovespa fecha em queda de 0,6% e dólar sobe a R$ 5,76
Infectologistas questionaram o quão relevantes foram os resultados da vacina testada pela biofarmacêutica Moderna Inc. — e o mercado não gostou
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Infomoney - O Ibovespa fechou em queda nesta terça-feira (19), pressionado pela piora nos índices das Bolsas americanas no fim da sessão.
Os investidores nos EUA deixaram para trás a euforia da véspera após infectologistas ouvidos pela Stat News questionarem o quão relevantes foram os resultados da vacina contra o coronavírus testada em uma primeira fase recentemente pela biofarmacêutica Moderna Inc.
Com isso, os índices Dow Jones, S&P 500 e Nasdaq recuaram entre 0,5% e 1,6%. O pessimismo acabou contaminando o mercado brasileiro, que mais cedo chegou a subir quase 1% com as notícias de que apesar do prefeito de São Paulo, Bruno Covas, ter assinado decreto que antecipa os feriados de Corpus Christi e da Consciência Negra para quarta-feira (20) e quinta-feira (21), a B3 vai continuar em operação.
As notícias se somavam à reabertura de diversas economias para produzir um ambiente favorável ao maior apetite por risco. Hoje, o índice Zew de Sentimento Econômico da Alemanha disparou 22,8 pontos, para 51 pontos em meio à retomada das aulas, reabertura de bares e restaurantes e retomada do campeonato alemão de futebol.
O Ibovespa teve queda de 0,56%, a 80.742 pontos, com volume financeiro negociado de R$ 24,562 bilhões. Vale lembrar que a baixa se dá após a forte alta de 4,7% registrada pelo principal índice da B3 na véspera.
Já o dólar futuro para junho registrava ganhos de 0,6%, a R$ 5,76. O dólar comercial, por sua vez, subiu 0,67%, a R$ 5,7596 na compra e R$ 5,7609 na venda.
No mercado de juros futuros, o DI para janeiro de 2022 caiu dois pontos-base, a 3,40%, o DI para janeiro de 2023 teve queda de seis pontos-base, a 4,54%, e o DI para janeiro de 2025 recuou também seis pontos-base, a 6,54%.
Ainda no noticiário internacional, o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, afirmou que o banco central dos EUA está pronto para usar “todas as armas disponíveis no seu arsenal” para ajudar a economia americana a superar a pandemia, mas ressalvou reconhecer que essas medidas são “apenas parte de uma política pública mais ampla”.
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