Guru de Marina prevê recessão no Brasil

Economista Eduardo Giannetti defendeu o ajuste rápido dos preços das tarifas públicas no ano que vem: "Quando o carimbam como 'tarifaço' soa como uma maldade, uma maldade contra a população. Maldade será quando faltar energia ou quando o setor de etanol quebrar e despedir centenas de milhares de pessoas"; segundo ele, se a gestão de Dilma Rousseff insistir na linha de aumento gradual, “vai nos encaminhar para uma crise financeira” e os mercados retirar recursos do Brasil

Economista Eduardo Giannetti defendeu o ajuste rápido dos preços das tarifas públicas no ano que vem: "Quando o carimbam como 'tarifaço' soa como uma maldade, uma maldade contra a população. Maldade será quando faltar energia ou quando o setor de etanol quebrar e despedir centenas de milhares de pessoas"; segundo ele, se a gestão de Dilma Rousseff insistir na linha de aumento gradual, “vai nos encaminhar para uma crise financeira” e os mercados retirar recursos do Brasil
Economista Eduardo Giannetti defendeu o ajuste rápido dos preços das tarifas públicas no ano que vem: "Quando o carimbam como 'tarifaço' soa como uma maldade, uma maldade contra a população. Maldade será quando faltar energia ou quando o setor de etanol quebrar e despedir centenas de milhares de pessoas"; segundo ele, se a gestão de Dilma Rousseff insistir na linha de aumento gradual, “vai nos encaminhar para uma crise financeira” e os mercados retirar recursos do Brasil (Foto: Roberta Namour)


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247 – Prevendo cenário de recessão no Brasil, o economista Eduardo Giannetti, guru de Marina Silva (PSB), defendeu o ajuste rápido dos preços das tarifas públicas no ano que vem.

"Não será agradável [o ajuste], mas o erro veio antes. Quando o carimbam como 'tarifaço' soa como uma maldade, uma maldade contra a população. Maldade será quando faltar energia ou quando o setor de etanol quebrar e despedir centenas de milhares de pessoas."

Em palestra na Câmara de Comércio Árabe-Brasileira, ele disse que, a exemplo de 1999 e 2003, as correções duraram pouco tempo e o país retornou ao crescimento econômico com inflação mais baixa.

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O governo tem se mostrado contra a estratégia, defendendo o ajuste gradual dos preços. Segundo o economista a gestão de Dilma Rousseff insistir nessa linha, “vai nos encaminhar para uma crise financeira”: “os mercados não vão assistir a esse tipo de comportamento sem adotar uma política defensiva [retirar recursos do Brasil]".

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