Guedes ressuscita imposto semelhante à CPMF: "É feio, mas não é tão cruel"

CPMF digital pode ter alíquota com percentual de 0,2% a 0,4%. "Se todo mundo pagar um pouquinho, não precisa pagar muito", argumenta o ministro da Economia

Ministro Paulo Guedes, durante evento no Palácio do Planalto 17/6/2020
Ministro Paulo Guedes, durante evento no Palácio do Planalto 17/6/2020 (Foto: REUTERS/Adriano Machado)


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247 - O ministro da Economia, Paulo Guedes, confirmou sua proposta de ressuscitar um imposto a ser cobrado nos moldes da antiga CPMF - que incida sobre as transações financeiras digitais. A proposta sofre resistência no Congresso e Guedes já admitiu isso.

Ele rebateu as críticas afirmando que o imposto "é feio, mas não é tão cruel" quando os outros e declarou que "se todo mundo pagar um pouquinho, não precisa pagar muito".

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"A ideia é colocar uma terceira base [de arrecadação], sobre pagamentos, comércio eletrônico", declarou em entrevista à Rádio Jovem Pan na noite desta quarta-feira (15). "Acho que esse vai ser o debate para a frente. Vai entrar e vai ser conversado", acrescentou.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), já declarou nesta quinta-feira (16) que a proposta "não passa no Congresso". Os dois almoçaram nesta quarta em Brasília e Guedes prometeu enviar à Câmara uma primeira proposta de reforma tributária do governo na próxima semana.

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