Guedes reclama do tratamento dado a Bolsonaro: 'ninguém chama o presidente da Argentina de genocida'

Durante audiência na Câmara, o ministro da Economia comparou as mortes por Covid do Brasil com as da Argentina, que são cinco vezes menores

(Foto: Reuters | ABr)


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247 - O ministro da Economia, Paulo Guedes, reclamou nesta quinta-feira (12) de Jair Bolsonaro ser chamado de genocida em razão da condução da pandemia e comparou o Brasil à Argentina.  

"Tem gente morrendo na Argentina aqui do lado, muito mais, e ninguém chama o presidente da Argentina de genocida. Então, às vezes, há excesso de alguns atores, mas as instituições continuam avançando. A mídia está revendo as críticas que faz, as construtivas e as destrutivas. O Executivo também, quando algum ator comete um excesso tem de reavaliar", afirmou Guedes. 

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O ministro desinforma ao comparar o número de mortes no Brasil, que já registrou 566.013 óbitos, com a Argentina, que teve 108.388 mortes desde o início da pandemia.

O ministro participa de audiência na Comissão de Educação da Câmara, onde presta esclarecimentos sobre a falta de destinação de recursos para a Lei 14172/21, que garante o acesso à internet, com fins educacionais, a alunos e a professores da educação básica pública.

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