Guedes insiste com senadores em novo imposto para desonerar folha salarial

O imposto sobre transações eletrônicas seria cobrado, principalmente, das cinco grandes empresas de tecnologia: Google, Apple, Microsoft, Amazon e Facebook. O tributo sobre “pecados” incidiria sobre produtos como cigarros, bebidas alcoólicas e alimentos processados com açúcar

(Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)


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247 - O ministro da Economia, Paulo Guedes, voltou a defender um novo imposto (sobre transações eletrônicas ou sobre “produtos do pecado”) para reduzir a tributação que as empresas pagam sobre os salários dos empregados.

O imposto sobre transações eletrônicas seria cobrado, principalmente, das cinco grandes empresas de tecnologia: Google, Apple, Microsoft, Amazon e Facebook. O tributo sobre “pecados” incidiria sobre produtos como cigarros, bebidas alcoólicas e alimentos processados com açúcar. 

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O governo diz ter como prioridade para 2020 a proposta de simplificação do sistema tributário, mas Guedes ainda não enviou o texto do governo prometido desde o fim da votação da reforma da Previdência na Câmara, em agosto do ano passado. 

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