Governo Temer surta e diz que criou empregos e cortou gastos
O governo federal cometeu a proeza de afirmar que “criou empregos e cortou gastos”; em nota, o Planalto disse que “estamos recuperando um passivo de mais de dez anos de uma política econômica equivocada e que levou o país à sua maior recessão da história” e segue, no autoelogio: “o presidente assumiu o governo quando os ânimos estavam naturalmente exacerbados; adotou a pregação de unificar o país e pacificar a nação, num gesto de conclamar a todos nesse sentido”
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247 – O governo federal cometeu a proeza de afirmar que “criou empregos e cortou gastos”. Em nota, o Planalto disse que “estamos recuperando um passivo de mais de dez anos de uma política econômica equivocada e que levou o país à sua maior recessão da história” e segue, no autoelogio: “o presidente assumiu o governo quando os ânimos estavam naturalmente exacerbados. Adotou a pregação de unificar o país e pacificar a nação, num gesto de conclamar a todos nesse sentido”.
Sobre a promessa não cumprida de priorizar pesquisa e desenvolvimento tecnológico, o governo citou na necessidade de contingenciar gastos para justificar a redução do orçamento de Ciência e Tecnologia. “Como, hoje, mais de 90% do Orçamento federal corresponde a despesas obrigatórias, resta ao governo a obrigação de contingenciar os outros menos de 10%”, disse. “Esse contingenciamento atingiu a todos os órgãos da União”, acrescentou.
A nota diz que os trabalhos de pesquisa e inovação receberão aporte de US$ 1,5 bilhão do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). O governo informou ainda que “tem atuado para fechar acordos comerciais com outros países” como a China, Reino Unido e Chile. O texto diz que o Mercosul e a União Europeia estão “muito próximos” de assinar um acordo de livre comércio que está sendo negociado há mais de 20 anos, desde do governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB).
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