Governo reduz exigências de operadores do Galeão e de Confins

Segundo recomendação do TCU, a experiência mínima para a participação das empresas será de movimentação mínima de 22 milhões de passageiros, no caso de Galeão, e de 12 milhões, para Confins; a proposta inicial do governo era de 35 milhões (Galeão) e 20 milhões (Confins); leilões estão marcados para 22 de novembro

Segundo recomendação do TCU, a experiência mínima para a participação das empresas será de movimentação mínima de 22 milhões de passageiros, no caso de Galeão, e de 12 milhões, para Confins; a proposta inicial do governo era de 35 milhões (Galeão) e 20 milhões (Confins); leilões estão marcados para 22 de novembro
Segundo recomendação do TCU, a experiência mínima para a participação das empresas será de movimentação mínima de 22 milhões de passageiros, no caso de Galeão, e de 12 milhões, para Confins; a proposta inicial do governo era de 35 milhões (Galeão) e 20 milhões (Confins); leilões estão marcados para 22 de novembro (Foto: Roberta Namour)


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Sabrina Craide
Repórter da Agência Brasil
Brasília – O governo vai acatar as recomendações do Tribunal de Contas da União (TCU) para reduzir a exigência de experiência mínima do operador dos aeroportos de Galeão, no Rio de Janeiro, e de Confins, em Minas Gerais. Segundo nota divulgada há pouco pela Secretaria de Aviação Civil, o edital de licitação dos dois aeroportos será publicado ainda hoje (3). Os leilões estão marcados para 22 de novembro.

Com isso, a exigência para a participação das empresas será de movimentação mínima de 22 milhões de passageiros, no caso de Galeão, e de 12 milhões, para Confins. A proposta inicial do governo era de 35 milhões (Galeão) e 20 milhões (Confins), mas ontem (2) o TCU recomendou que a exigência fosse reduzida.

Segundo o governo, o modelo apresentado anteriormente, que adotou a exigência de experiência mínima do operador, é um critério correto e consistente para a exigência de qualificação do operador que ficará responsável por dois dos mais importantes aeroportos brasileiros. “Consideramos, entretanto, que a manifestação do órgão de controle [TCU] deve ser acatada para resguardar a segurança jurídica ao processo.”

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Em relação à participação dos atuais concessionários de aeroportos, será mantida a posição original do governo, de limitá-la em 15%. “O TCU acatou a posição do governo, afastando, assim, a possibilidade de insegurança jurídica”, diz a nota da Secretaria de Aviação Civil.
A diretoria da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) irá se reunir na tarde de hoje para votar o edital de concessão.

Edição: Nádia Franco//O texto foi alterado às 15h05 para correção de informação. A nota que informa a posição do governo foi divulgada pela Secretaria de Aviação Civil, e não pela Casa Civil, como foi publicado

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