Governo federal vincula financiamento do Bolsa Família à taxação de dividendos

Com a medida, o valor médio pago aos beneficiários do Bolsa Família passa a depender da reforma do IR, cujos defensores propõem uma redução na alíquota de 20% para 15%

Cartão do Bolsa Família
Cartão do Bolsa Família (Foto: Agência Brasil)


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247 - O governo federal passou a adotar o ganho de arrecadação proveniente da tributação de lucros e dividendos como fonte de financiamento para a ampliação do Bolsa Família. 

Assim, o valor médio pago aos beneficiários passa a depender dos rumos da reforma do Imposto de Renda no Congresso Nacional. Empresários e boa parte do Congresso defendem uma redução na alíquota de 20% para 15%, o que poderia afetar o valor a ser pago.

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"O valor do novo programa, que será a marca social do governo Bolsonaro, será definido a partir da reforma no IR e da folga em 2022 no teto de gastos, a regra que limita o avanço das despesas à inflação", diz a reportagem do Estadão

O lançamento do novo Bolsa Família deve ocorrer ainda neste ano, uma vez que a lei eleitoral proíbe esse tipo de medida em ano de eleições. 

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Segundo uma fonte do governo, "como a reforma tributária precisa ser impulsionada, optou-se por essa forma" do benefício. 

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