Governo avalia subsídio para aviação regional

Segundo o ministro da Aviação Civil, Moreira Franco, o subsídio de R$ 1 bilhão será feito anualmente e diretamente no preço da passagem, por assento; "O subsídio valerá para um determinado número de assentos e determinados tipos de aeronaves. A ideia é que, na média, a passagem fique mais barata", disse nesta segunda-feira

Segundo o ministro da Aviação Civil, Moreira Franco, o subsídio de R$ 1 bilhão será feito anualmente e diretamente no preço da passagem, por assento; "O subsídio valerá para um determinado número de assentos e determinados tipos de aeronaves. A ideia é que, na média, a passagem fique mais barata", disse nesta segunda-feira
Segundo o ministro da Aviação Civil, Moreira Franco, o subsídio de R$ 1 bilhão será feito anualmente e diretamente no preço da passagem, por assento; "O subsídio valerá para um determinado número de assentos e determinados tipos de aeronaves. A ideia é que, na média, a passagem fique mais barata", disse nesta segunda-feira (Foto: Gisele Federicce)


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SÃO PAULO, 18 Mai (Reuters) - O governo federal avalia conceder subsídio de 1 bilhão de reais por ano para a aviação regional, disse o ministro da aviação civil, Moreira Franco, nesta segunda-feira.

Segundo o ministro, o subsídio será feito diretamente no preço da passagem, por assento.

"O subsídio valerá para um determinado número de assentos e determinados tipos de aeronaves. A ideia é que, na média, a passagem fique mais barata", disse o ministro a jornalistas, após palestra em seminário sobre infraestrutura da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

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A Secretaria de Aviação Civil informou que o subsídio valerá para metade dos assentos da aeronave limitado a 60 assentos.

Moreira Franco disse também que deve enviar ao Congresso uma proposta para criar esse subsídio. Segundo ele, o governo também está analisando mecanismo jurídico para que a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) também passe a fiscalizar as obras dos aeroportos da Infraero, como a agência já faz hoje com os terminais concedidos à iniciativa privada.

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O ministro admitiu que está havendo atrasos em obras da Infraero mas afirmou que isso não prejudicará o atendimento aos passageiros na Copa do Mundo.

(Por Roberta Vilas Boas e Leonardo Goy)

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