Globo noticia estranha suposta acusação da Odebrecht a Mantega

Segundo o jornal da família Marinho, empreiteira de Marcelo Odebrecht teria doado R$ 100 milhões ao PT, por meio do ex-ministro Guido Mantega, para aprovar leis de interesse geral, como a desoneração da folha de pagamentos e a tributação de multinacionais; "Essa é uma decisão multidisciplinar de governo, não é assim uma decisão de um ministro", disse José Roberto Batochio, advogado do ex-ministro Mantega

Segundo o jornal da família Marinho, empreiteira de Marcelo Odebrecht teria doado R$ 100 milhões ao PT, por meio do ex-ministro Guido Mantega, para aprovar leis de interesse geral, como a desoneração da folha de pagamentos e a tributação de multinacionais; "Essa é uma decisão multidisciplinar de governo, não é assim uma decisão de um ministro", disse José Roberto Batochio, advogado do ex-ministro Mantega
Segundo o jornal da família Marinho, empreiteira de Marcelo Odebrecht teria doado R$ 100 milhões ao PT, por meio do ex-ministro Guido Mantega, para aprovar leis de interesse geral, como a desoneração da folha de pagamentos e a tributação de multinacionais; "Essa é uma decisão multidisciplinar de governo, não é assim uma decisão de um ministro", disse José Roberto Batochio, advogado do ex-ministro Mantega (Foto: Leonardo Attuch)


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247 – Uma reportagem do jornal O Globo deste domingo noticia uma estranha acusação contra o ex-ministro da Fazenda, Guido Mantega: a de que a Odebrecht teria pago R$ 100 milhões para ter, como contrapartida, a aprovação de leis de interesse geral – e não específico da empreiteira.

"Executivos da Odebrecht disseram em tentativa de delação premiada que a empresa pagou pelo menos R$ 100 milhões em propina para o PT em negociações intermediadas pelo ex-ministro da Fazenda Guido Mantega. Os repasses teriam sido realizados por meio do Setor de Operações Estruturadas da holding, chamado pelo Ministério Público Federal (MPF) de 'escritório de lavagem e pagamento de propina'. De acordo com o relato dos executivos, a maior parte dos pagamentos teria sido feita em troca de benefícios obtidos nos últimos anos graças a projetos como a desoneração da folha de pagamentos e a redução de imposto de renda sobre o lucro de empresas brasileiras no exterior", diz a reportagem (leia aqui).

O advogado de Mantega, José Roberto Batochio, desqualificou a denúncia. "Essa é uma decisão multidisciplinar de governo, não é assim uma decisão de um ministro", disse ele. "Eles vão ter que explicar de que forma, como, onde, quem entregou, quem recebeu, com quem tratou e que documentos provam o que estão dizendo. Se não fazem isso, perdem a delação e vão para a cadeia", reforçou.

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