Gianetti: 'governo Dilma não conseguirá reverter crise'

O economista Eduardo Giannetti da Fonseca, que foi assessor da ex-senadora Marina Silva em suas campanhas pela Presidência, em 2010 e 2014, diz "estamos caminhando para mais um ano de recessão, em um patamar análogo ao do ano passado"; "Em um curto período de tempo, vivemos uma guinada radical para uma situação de muita angústia, incerteza e medo em relação ao futuro. Não sei até que ponto a sociedade brasileira vai aceitar uma situação que se reverteu de forma tão dramática". frisa

O economista Eduardo Giannetti da Fonseca, que foi assessor da ex-senadora Marina Silva em suas campanhas pela Presidência, em 2010 e 2014, diz "estamos caminhando para mais um ano de recessão, em um patamar análogo ao do ano passado"; "Em um curto período de tempo, vivemos uma guinada radical para uma situação de muita angústia, incerteza e medo em relação ao futuro. Não sei até que ponto a sociedade brasileira vai aceitar uma situação que se reverteu de forma tão dramática". frisa
O economista Eduardo Giannetti da Fonseca, que foi assessor da ex-senadora Marina Silva em suas campanhas pela Presidência, em 2010 e 2014, diz "estamos caminhando para mais um ano de recessão, em um patamar análogo ao do ano passado"; "Em um curto período de tempo, vivemos uma guinada radical para uma situação de muita angústia, incerteza e medo em relação ao futuro. Não sei até que ponto a sociedade brasileira vai aceitar uma situação que se reverteu de forma tão dramática". frisa (Foto: Valter Lima)


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247 - O economista Eduardo Giannetti da Fonseca, que foi assessor da ex-senadora Marina Silva em suas campanhas pela Presidência, em 2010 e 2014, diz o impacto "imediato e inequívoco" da crise brasileira é a instabilidade nos mercados financeiros. Para a economia real, pondera ele, "não há um impacto tão dramático a curto prazo". "Mas significa que a incerteza continuará cada vez maior", diz.

Ele afirma que "os investimentos tendem a continuar caindo" no Brasil. "Estamos caminhando para mais um ano de recessão, em um patamar análogo ao do ano passado", diz o economista, com consequências dramáticas para os mais pobres. 

"A grande pergunta que eu me faço é até onde o tecido social brasileiro suporta o aumento do desemprego que vem ocorrendo. O agravante é que não é como nos anos 1980 e no início dos 1990, quando havia uma situação de crise crônica no país e as pessoas já tinham se adaptado a viver naquela situação. Agora estamos vivendo a maior reversão de expectativas em um curto período de tempo que o país já passou. Há poucos anos, a expectativa era que a vida ia melhorar, as coisas tendiam sempre a caminhar para a melhora na renda, no emprego, nas oportunidades. Em um curto período de tempo, vivemos uma guinada radical para uma situação de muita angústia, incerteza e medo em relação ao futuro. Não sei até que ponto a sociedade brasileira vai aceitar uma situação que se reverteu de forma tão dramática. Acho que estamos caminhando para manifestações de peso e eventualmente uma radicalização perigosa nas ruas", diz.

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Ele afirma que a presidente Dilma Rousseff não terá capacidade de reverter este quadro. "Por mais boa vontade que eu tente encontrar dentro de mim, não vejo esse governo com capacidade de retomar o mínimo de iniciativa. Ele perdeu o controle do processo político de forma irrecuperável. O melhor cenário para ele agora é ir se arrastando e sangrando até o fim do mandato. Eu não imagino uma recuperação de governabilidade com capacidade de iniciativa no mandato da Dilma", justifica.

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