Gaspari insinua problemas para o BTG na Lava Jato
Colunista Elio Gaspari informa que começaram a ser mapeados negócios da Petrobras na África; ele cita, inclusive, o bloqueio de contas de um magnata na Suíça; "O nome do magano ainda não apareceu em qualquer noticiário e ele não chegou a ser diretor da Petrobras. Seu negócio ficou na área da consultoria, com algumas operações africanas", diz ele; a operação mais polêmica ocorrida na África recentemente foi a venda de poços da Petrobras na Nigéria para o BTG Pactual, de André Esteves, por US$ 1,5 bilhão
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247 - Uma nota publicada pelo jornalista Elio Gaspari neste fim de semana sugere que o BTG Pactual, do banqueiro André Esteves, pode vir a enfrentar problemas na Operação Lava Jato. A nota diz respeito a um suposto bloqueio de contas na Suíça decorrente de operações na África. A operação mais polêmica ocorrida no continente africano foi a venda de dos poços na Nigéria por US$ 1,5 bilhão, valor considerado subavaliado, num negócio investigado pelo Tribunal de Contas da União.
Abaixo, a nota publicada por Gaspari:
EM SILÊNCIO
Quem está acompanhando a investigação das petrorroubalheiras pelo lado espetaculoso tem razões para começar a ficar confuso, até entediado. Não há ainda razão para desânimo, pois as coisas boas continuam andando, fora dos refletores.
Há poucos dias um magano descobriu que sua conta num banco suíço estava bloqueada. Assustou-se, assustando alguns de seus amigos. Na hipótese otimista o banco teria bloqueado seu dinheiro por conta de algum mecanismo interno. Na outra, o bloqueio teria sido pedido pelo governo brasileiro. Não deu outra. O nome do magano ainda não apareceu em qualquer noticiário e ele não chegou a ser diretor da Petrobras. Seu negócio ficou na área da consultoria, com algumas operações africanas.
Os amigos estão assustados porque, quando uma conta é bloqueada, todas as suas conexões são rastreadas.
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