FMI reduz perspectiva de crescimento do Brasil a 1,8%

Fundo Monetário Internacional havia projetado crescimento de 2,3% em 2014 no País, no início do ano; no relatório "Perspectiva Econômica Global", o órgão ainda revisou para baixo sua perspectiva sobre a atividade econômica brasileira para 2015, a 2,7%, ante 2,9% em janeiro

Fundo Monetário Internacional havia projetado crescimento de 2,3% em 2014 no País, no início do ano; no relatório "Perspectiva Econômica Global", o órgão ainda revisou para baixo sua perspectiva sobre a atividade econômica brasileira para 2015, a 2,7%, ante 2,9% em janeiro
Fundo Monetário Internacional havia projetado crescimento de 2,3% em 2014 no País, no início do ano; no relatório "Perspectiva Econômica Global", o órgão ainda revisou para baixo sua perspectiva sobre a atividade econômica brasileira para 2015, a 2,7%, ante 2,9% em janeiro (Foto: Gisele Federicce)


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WASHINGTON (Reuters) - O Fundo Monetário Internacional (FMI) reduziu nesta terça-feira sua projeção de crescimento econômico para o Brasil em 2014 a 1,8 por cento, ante 2,3 por cento previstos no início do ano.

No relatório "Perspectiva Econômica Global", o FMI ainda revisou para baixo sua perspectiva sobre a atividade econômica brasileira para 2015, a 2,7 por cento, ante 2,9 por cento em janeiro de acordo com números atualizados.

O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro surpreendeu ao crescer 0,7 por cento no quarto trimestre de 2013 na comparação com os três meses anteriores, e encerrou o ano de 2013 com expansão de 2,3 por cento.

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No entanto, a avaliação dos agentes econômicos e dentro do próprio governo, que vê "recuperação gradual", é de que este ano a atividade perca força. Pesquisa Focus do Banco Central aponta que a expectativa de especialistas é de expansão de 1,63 por cento neste ano e de 2 por cento em 2015.

Segundo o FMI, a economia brasileira está sendo afetada pelas restrições de oferta no mercado interno, especialmente em infraestrutura, e pelo contínuo fraco crescimento do investimento privado. Também pesa a "perda de competitividade e a baixa confiança empresarial".

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O FMI também chamou a atenção para a inflação no país, que tem se mantido elevada e próxima do teto da meta oficial, de 4,5 por cento pelo IPCA, com margem de dois pontos percentuais para mais ou menos.

O organismo internacional calculou que a inflação ao consumidor do país fechará este ano em 5,9 por cento e em 5,5 por cento em 2015.

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Na quarta-feira, será divulgado o IPCA de março e as expectativas levantadas em pesquisa da Reuters são de aceleração, chegando em 12 meses a 6,08 por cento.

O FMI também projetou que o déficit em conta corrente do Brasil ficará em 3,6 por cento do PIB em 2014 e em 3,7 por cento em 2015.

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