Fim do auxílio emergencial promete piorar crescimento econômico e tirar R$ 112,6 bi dos mais pobres

No Norte e Nordeste, as cinco primeiro parcelas do benefício pago pelo governo contribuíram com uma alta média de 6.5% do PIB

Aplicativo auxílio emergencial do Governo Federal.
Aplicativo auxílio emergencial do Governo Federal. (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)


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247 - O fim do auxílio emergencial deve jogar milhões de brasileiros na pobreza novamente. Em setembro, com o corte do benefício pelo governo de R$ 600 a R$ 300, a pobreza aumentou no país com cerca de 11,6 milhões de brasileiros.

Somente na região Sudeste, R$ 112,6 bilhões vão deixar de entrar no bolso de 26,4 milhões de brasileiros de baixa renda.

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Além disso, o crescimento econômico do país vai piorar.

Com 4 em cada 10 brasileiros em idade de trabalho recebendo o benefício, a geração de riqueza durante o pagamento das cinco primeiro parcelas levou a uma alta de, em média, 6.5% nos estados do Norte e Nordeste. 

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Os dados são da Folha de S.Paulo.

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