Fiesp: Promover indústria evitaria ajuste
De acordo com estudo feito pela federação presidida por Paulo Skaf, se a indústria de transformação tivesse crescido a uma média anual de 2% de 2011 a 2015, com participação de 16% no PIB, o governo arrecadaria R$ 72 bilhões a mais neste ano – o equivalente a 1,3% do PIB estimado
✅ Receba as notícias do Brasil 247 e da TV 247 no canal do Brasil 247 e na comunidade 247 no WhatsApp.
247 – Um estudo feito pela Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) sugere que a desindustrialização nos últimos quatro anos afetou arrecadação.
Segundo o relatório, se a indústria de transformação tivesse crescido a uma média anual de 2% de 2011 a 2015, com participação de 16% no PIB, o governo arrecadaria R$ 72 bilhões a mais neste ano – o equivalente a 1,3% do PIB. “O avanço da manufatura poderia igualmente ter gerado 58% da meta de superavit primário em 2014 sem precisar de ajustes”, afirma a Fiesp.
"A indústria de transformação é a que mais emprega, dá melhores empregos, melhores salários, agrega valor, usa inovação e tecnologia, desenvolve regiões, paga um terço dos impostos. Se ela for destruída, não se constrói mais", diz Paulo Skaf, presidente da Fiesp.
Leia mais na reportagem de Eleonora de Lucena.
Assine o 247, apoie por Pix, inscreva-se na TV 247, no canal Cortes 247 e assista:
Comentários
Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247