Fiesp: Promover indústria evitaria ajuste

De acordo com estudo feito pela federação presidida por Paulo Skaf, se a indústria de transformação tivesse crescido a uma média anual de 2% de 2011 a 2015, com participação de 16% no PIB, o governo arrecadaria R$ 72 bilhões a mais neste ano – o equivalente a 1,3% do PIB estimado

Franca-SP, 28 de maio de 2014. O Presidente da FIESP, Paulo Skaf,  inaugura  nova escola do SESI em Franca. (Foto: Ayrton Vignola).
Franca-SP, 28 de maio de 2014. O Presidente da FIESP, Paulo Skaf, inaugura nova escola do SESI em Franca. (Foto: Ayrton Vignola). (Foto: Roberta Namour)


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247 – Um estudo feito pela Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) sugere que a desindustrialização nos últimos quatro anos afetou arrecadação.

Segundo o relatório, se a indústria de transformação tivesse crescido a uma média anual de 2% de 2011 a 2015, com participação de 16% no PIB, o governo arrecadaria R$ 72 bilhões a mais neste ano – o equivalente a 1,3% do PIB. “O avanço da manufatura poderia igualmente ter gerado 58% da meta de superavit primário em 2014 sem precisar de ajustes”, afirma a Fiesp.

"A indústria de transformação é a que mais emprega, dá melhores empregos, melhores salários, agrega valor, usa inovação e tecnologia, desenvolve regiões, paga um terço dos impostos. Se ela for destruída, não se constrói mais", diz Paulo Skaf, presidente da Fiesp.

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Leia mais na reportagem de Eleonora de Lucena.

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