Fiesp e Firjan endurecem críticas contra governo Dilma
As federações das indústrias de São Paulo e do Rio de Janeiro (Fiesp e Firjan) chamaram o governo Dilma de hesitante, inativo e incapaz, num manifesto conjunto divulgado nesta quinta (10), em que pedem "propostas concretas" para superar a crise, em vez de "um ajuste de mentirinha"; a nota afirma que "o governo abriu mão de governar" e não tem uma "estratégia clara sobre o que fazer para lidar com crise tão aguda, nem parece haver a capacidade de empreender o esforço tão necessário de entendimento nacional que viabilizaria a adoção de um programa consensual de ajustes na esfera econômica"; nota é assinada pelos presidentes da Fiesp, Paulo Skaf, e da Firjan, Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira
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247 - As federações das indústrias de São Paulo e do Rio de Janeiro (Fiesp e Firjan) chamaram o governo Dilma de hesitante, inativo e incapaz, num manifesto conjunto divulgado nesta quinta (10), em que pedem "propostas concretas" para superar a crise, em vez de "um ajuste de mentirinha".
A nota afirma que "o governo abriu mão de governar" e não tem uma "estratégia clara sobre o que fazer para lidar com crise tão aguda, nem parece haver a capacidade de empreender o esforço tão necessário de entendimento nacional que viabilizaria a adoção de um programa consensual de ajustes na esfera econômica".
A nota é assinada pelos presidentes da Fiesp, Paulo Skaf, e da Firjan, Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira, que culparam o governo pela perda do selo de bom pagador da agência de classificação de risco Standard & Poor's.
Os presidentes da Fiesp e da Firjan se colocam contra aumentos de impostos, reivindicam um ajuste fiscal "de verdade" e baseado em cortes de despesas e sugerem "um programa ousado de venda de ativos públicos". Eles afirmam também que a paciência do empresariado está chegando no limite.
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