FHC: reforma da Previdência “não é tudo ou nada”

"O mercado trabalha com um sarrafo mais alto que o real, eles têm margem, sabem que as coisas doem e que Temer precisa manter maioria parlamentar, preservar a Operação Lava-Jato e, ao mesmo tempo, gerar respostas para a economia", disse o ex-presidente FHC sobre a reforma da Previdência; segundo ele, que só conseguiu aprovar uma reforma incompleta em 1998 - a proposta de idade mínima caiu na Câmara dos Deputados por apenas um voto, em uma das raras derrotas legislativas sofridas por seu governo -, "em uma reforma você consegue 60% do que está propondo"

"O mercado trabalha com um sarrafo mais alto que o real, eles têm margem, sabem que as coisas doem e que Temer precisa manter maioria parlamentar, preservar a Operação Lava-Jato e, ao mesmo tempo, gerar respostas para a economia", disse o ex-presidente FHC sobre a reforma da Previdência; segundo ele, que só conseguiu aprovar uma reforma incompleta em 1998 - a proposta de idade mínima caiu na Câmara dos Deputados por apenas um voto, em uma das raras derrotas legislativas sofridas por seu governo -, "em uma reforma você consegue 60% do que está propondo"
"O mercado trabalha com um sarrafo mais alto que o real, eles têm margem, sabem que as coisas doem e que Temer precisa manter maioria parlamentar, preservar a Operação Lava-Jato e, ao mesmo tempo, gerar respostas para a economia", disse o ex-presidente FHC sobre a reforma da Previdência; segundo ele, que só conseguiu aprovar uma reforma incompleta em 1998 - a proposta de idade mínima caiu na Câmara dos Deputados por apenas um voto, em uma das raras derrotas legislativas sofridas por seu governo -, "em uma reforma você consegue 60% do que está propondo" (Foto: Roberta Namour)


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247 - A aprovação da reforma da Previdência não é "tudo ou nada" para o governo Michel Temer, avalia o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. "O mercado trabalha com um sarrafo mais alto que o real, eles têm margem, sabem que as coisas doem e que Temer precisa manter maioria parlamentar, preservar a Operação Lava-Jato e, ao mesmo tempo, gerar respostas para a economia", disse ele, em entrevista ao Valor.

Segundo FHC, que só conseguiu aprovar uma reforma incompleta em 1998 - a proposta de idade mínima caiu na Câmara dos Deputados por apenas um voto, em uma das raras derrotas legislativas sofridas por seu governo -, "em uma reforma você consegue 60% do que está propondo".

"Temer precisa, com atos, dar sinais concretos em uma direção. No mais, é um processo negocial. Algo vai ser feito", afirma o ex-presidente (leia aqui).

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