Faturamento das empresas desaba e mostra que golpe foi péssimo negócio

Embora setores do empresariado tenham apoiado o golpe parlamentar de 2016, o resultado foi desastroso para o capital; levantamento feito pelo jornal Valor Econômico junto às mil maiores empresas, revela uma queda de 4% no faturamento dessas companhias, no pior resultado desde 2009; gestão de Henrique Meirelles na Fazenda tem-se mostrado incapaz de religar os motores do crescimento; além disso, a depressão econômica derrubou as receitas orçamentárias, levando ao recente tarifaço nos combustíveis, que tiveram o maior aumento em 13 anos – o que deve pressionar ainda mais os resultados das empresas nacionais

Embora setores do empresariado tenham apoiado o golpe parlamentar de 2016, o resultado foi desastroso para o capital; levantamento feito pelo jornal Valor Econômico junto às mil maiores empresas, revela uma queda de 4% no faturamento dessas companhias, no pior resultado desde 2009; gestão de Henrique Meirelles na Fazenda tem-se mostrado incapaz de religar os motores do crescimento; além disso, a depressão econômica derrubou as receitas orçamentárias, levando ao recente tarifaço nos combustíveis, que tiveram o maior aumento em 13 anos – o que deve pressionar ainda mais os resultados das empresas nacionais
Embora setores do empresariado tenham apoiado o golpe parlamentar de 2016, o resultado foi desastroso para o capital; levantamento feito pelo jornal Valor Econômico junto às mil maiores empresas, revela uma queda de 4% no faturamento dessas companhias, no pior resultado desde 2009; gestão de Henrique Meirelles na Fazenda tem-se mostrado incapaz de religar os motores do crescimento; além disso, a depressão econômica derrubou as receitas orçamentárias, levando ao recente tarifaço nos combustíveis, que tiveram o maior aumento em 13 anos – o que deve pressionar ainda mais os resultados das empresas nacionais (Foto: Leonardo Attuch)


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247 – Embora setores do empresariado tenham apoiado o golpe parlamentar de 2016, o resultado foi desastroso para o capital. Um levantamento feito pelo jornal Valor Econômico junto às mil maiores empresas, revela uma queda de 4% no faturamento dessas companhias, no pior resultado desde 2009.

A queda é fruto do fracasso da política econômica, apesar do discurso de setores da mídia que apontam o contrário. Até agora, a gestão de Henrique Meirelles na Fazenda tem-se mostrado incapaz de religar os motores do crescimento. Além disso, a depressão econômica derrubou as receitas orçamentárias, levando ao recente tarifaço nos combustíveis, que tiveram o maior aumento em 13 anos – o que deve pressionar ainda mais os resultados das empresas nacionais.

"O primeiro levantamento completo sobre o desempenho das grandes companhias brasileiras em 2016 mostra como a recessão, que já dura três anos, atingiu suas contas. As mil maiores empresas que divulgam balanços tiveram queda real de receita líquida de 4% no ano passado, número próximo da queda do PIB, de 3,6%. Foi o segundo pior resultado desde 2009, ano marcado pelos efeitos da crise financeira global", aponta reportagem de Felipe Datt, publicada no Valor.

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"Esses dados fazem parte da pesquisa feita pelo Valor em parceria com a FGV e a Serasa para a elaboração do ranking do anuário "Valor 1000", que será divulgado em agosto. O ranking traz também as melhores empresas em 25 setores da economia e a grande campeã do ano. Ao todo, as mil empresas faturaram R$ 3,23 trilhões em 2016. "Vimos no ano a desaceleração do faturamento da maior parte dos setores analisados", diz o coordenador do Valor Data, William Volpato."

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