Executivo de estatal chinesa recomenda investimento no modal ferroviário

Executivo brasileiro, que trabalha em estatal do setor ferroviário na China, Edival Lourenço Júnior diz, com exclusividade ao 247 que, para ingressar na Era da Modernidade, da Globalização Econômica, em um ranking de competitividade, é fundamental investir nos modais de transportes ferroviário e no Hidroviário; o pesquisador informa que 80% da produção nacional é escoada pelo sistema rodoviário; o que classifica como um atraso

Executivo brasileiro, que trabalha em estatal do setor ferroviário na China, Edival Lourenço Júnior diz, com exclusividade ao 247 que, para ingressar na Era da Modernidade, da Globalização Econômica, em um ranking de competitividade, é fundamental investir nos modais de transportes ferroviário e no Hidroviário; o pesquisador informa que 80% da produção nacional é escoada pelo sistema rodoviário; o que classifica como um atraso
Executivo brasileiro, que trabalha em estatal do setor ferroviário na China, Edival Lourenço Júnior diz, com exclusividade ao 247 que, para ingressar na Era da Modernidade, da Globalização Econômica, em um ranking de competitividade, é fundamental investir nos modais de transportes ferroviário e no Hidroviário; o pesquisador informa que 80% da produção nacional é escoada pelo sistema rodoviário; o que classifica como um atraso (Foto: José Barbacena)


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Renato Dias, especial para o 247 - Executivo brasileiro, que trabalha em estatal do setor ferroviário na China, Edival Lourenço Júnior diz, com exclusividade ao www.brasil247.com que, para ingressar na Era da Modernidade, da Globalização Econômica, em um ranking de competitividade, é fundamental investir nos modais de transportes ferroviário e no Hidroviário. O pesquisador informa que 80% da produção nacional é escoada pelo sistema rodoviário. O que classifica como um atraso.

- Em pleno século XXI.

Edival Lourenço Júnior mudou-se para China no ano de 2011. Já em 2012 foi convidado para trabalhar em uma subsidiária do Grupo CRRC – China Railway Rolling Stock Corporation. Trata-se da maior empresa de material rodante do País. A referência é à locomotiva, vagão, trem de metrô, trem-bala, e componentes e, consequentemente, do mundo. Hoje, ocupa o cargo de Gerente de Desenvolvimento de Negócios LatAm.

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- Com operações na China e viagens de negócios aos países latinos.

Não há investimentos, nem mesmo planejamento, no Brasil, do Poder Público no setor Ferroviário, revela. A renovação do marco regulatório, para dar maior competitividade ao modal, foi deixada de lado, critica. Conglomerados da China já estão presentes no Brasil, porém encontram dificuldades em intensificar os investimentos, analisa. O que permite que paralisação de caminhoneiros e locautes de empresários promovam caos e reduza o PIB, lamenta.

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- O que puxa para cima os índices da inflação. Em um país em desenvolvimento. Emergente.

Dimensões continentais

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Não é possível que um país com dimensões continentais destine menos de 20% para o transporte sobre trilhos, desabafa o executivo. Edival Lourenço Júnior relata que estatísticas oficiais mostramque o Brasil possui, hoje, 29 mil km de ferrovias. A verdade é que o número real não atiinge25 mil km em operação, faz uma desconstrução. A China já construir e mantém em funcionamento regular os mesmo 25 mil quilômetros em operação, somente trem-bala, avalia.

- Para transporte de média e larga distância, com carga e passageiro, a China já ultra-pas¬sa os 130 mil km em operação. Sem contar os sistemas de trens urbanos que já chegam a 34 cidades e ultrapassam os 5 mil km. A Linha 1 do Metro de Pequim foi aberta ao público em 1980.

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Edival Lourenço Júnior diz que Deng Xiao Ping, pai das reformas, afirma que socialismo não é sinônimo de pobreza e que enriquecer seria glorioso. O executivo confidencia que o PIB dos EUA, hoje, é de U$ 20 tri e cresce a 2,3%. O PIB chinês é de U$ 13 tri e cres¬ce a 6,5%, aponta. Se esses números se mantiverem, 10 anos para ultrapassagem, sublinha. O executivo classifica modelo como Socialismo de Mercado ou Comunismo no molde chinês.

- A China é complexa. Complexidade gera singularidade.

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Richard Nixon e Mao-Tsé-tung promoveram o degelo, em 1972, porém, as relações econômicas e comerciais aceleraram pós-reformas promovidas no ano 1989, observa. Graduado em administração de empresas pela PUC [GO], com MBA Internacional pela Universidade de Pequim, na China, segunda economia do capitalismo globalizado, agressivo no mercado, ele virou executivo de uma empresa. Gigante estatal da área ferroviária. O homem faturou dinheiro por atacado. Um sonho acalentado por dez entre dez empreendedores. No Brasil e no Mundo.

A receita da prosperidade

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O gestor empresarial explica o segredo da receita do espetacular crescimento da economia do País. O pontapé teria sido, sim, o degelo, de Richard Nixon [EUA] e Mao-Tsé-tung, em 1972, temperado com as reformas promovidas por Deng Xiao Ping, pós-1989, e o ingrediente novo do pé no acelerador de Xi Jinping. Um mix que produziu a explosão do PIB. O Produto Interno Bruto, a soma de todas as riquezas do País, hoje em 13 trilhões de dólares, atira

- Com crescimento de 6,5% ao ano. Uma economia em franca expansão que poderá ultrapassar os Estados Unidos das Américas, a maior e mais robusta economia do Planeta Terra, até 2025.

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Perfil
Nome Completo: Edival Lourenço Jr.
Idade: 35 anos
Formação acadêmica: Administração de Empresas pela PUC-GO e MBA Internacional pela Universidade de Pequim
Domínio de línguas: Português, Mandarim, Inglês e Espanhol.
Pensadores e escritores que lê, hoje: Gavin Menzies – Livro: 1421 - O ano em que a China descobriu o mundo

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