Ex-ministro de FHC defende ajuste fiscal de Levy

"O ministro Levy vem chamando a atenção, corretamente, para o fato de que sem a equação fiscal encaminhada de maneira crível não haverá recuperação, dada a incerteza vigente; e mesmo com o reequilíbrio fiscal permitindo redução das taxas de juros logo adiante não há garantia de sustentação do crescimento se não houver o terceiro elemento, reformas de médio e longo prazos que reduzam o custo de investir e criar empregos", afirma o economista Pedro Malan, em artigo

"O ministro Levy vem chamando a atenção, corretamente, para o fato de que sem a equação fiscal encaminhada de maneira crível não haverá recuperação, dada a incerteza vigente; e mesmo com o reequilíbrio fiscal permitindo redução das taxas de juros logo adiante não há garantia de sustentação do crescimento se não houver o terceiro elemento, reformas de médio e longo prazos que reduzam o custo de investir e criar empregos", afirma o economista Pedro Malan, em artigo
"O ministro Levy vem chamando a atenção, corretamente, para o fato de que sem a equação fiscal encaminhada de maneira crível não haverá recuperação, dada a incerteza vigente; e mesmo com o reequilíbrio fiscal permitindo redução das taxas de juros logo adiante não há garantia de sustentação do crescimento se não houver o terceiro elemento, reformas de médio e longo prazos que reduzam o custo de investir e criar empregos", afirma o economista Pedro Malan, em artigo (Foto: Felipe L. Goncalves)


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247 – Em artigo publicado na imprensa neste domingo 11, o economista Pedro Malan, ex-ministro da Fazenda do governo Fernando Henrique, destaca a importância do ajuste fiscal adotado pelo atual titular da pasta, Joaquim Levy.

"O ministro Levy vem chamando a atenção, corretamente, para o fato de que sem a equação fiscal encaminhada de maneira crível não haverá recuperação, dada a incerteza vigente; e mesmo com o reequilíbrio fiscal permitindo redução das taxas de juros logo adiante não há garantia de sustentação do crescimento se não houver o terceiro elemento, reformas de médio e longo prazos que reduzam o custo de investir e criar empregos", escreve Malan.

"Isso é uma agenda para vários anos de um governo que tenha lideranças políticas convictas do caminho a seguir – e que se coordena para tal tanto no âmbito interno do próprio governo quanto nas relações do Executivo com o Congresso", acrescenta.

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Segundo ele, "a impressão que dá a um observador distante é que há no ar um "movimento" em gestação, por ora em fogo brando, mas consistente, para, eventualmente, atribuir à política econômica 'do ministro Levy' - não do governo do PT, de Dilma e de Lula - a responsabilidade pelo desolador quadro atual: desemprego em forte alta, na direção de ultrapassar os 10% em 2016, e inflação beirando os 10% em 2015, comendo a renda real do trabalhador."

Leia aqui a íntegra.

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