Ex-BC, Fraga se diz contra "tratamentos de choque"
Armínio Fraga, ex-presidente do Banco Central e sócio da Gávea Investimentos, cotado para ser ministro da Fazenda num eventual governo Aécio Neves, defende o ajuste gradual; segundo ele, o ritmo de queda da inflação em direção à meta de 4,5% terá que ser avaliado "à medida que fique claro o tamanho do atraso que existe em alguns preços"
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247 – Armínio Fraga, ex-presidente do Banco Central e sócio da Gávea Investimentos, cotado para ser ministro da Fazenda num eventual governo Aécio Neves, se diz contra "tratamento de choque" na economia, seja para derrubar a inflação ou para recolocar a política fiscal no rumo de um superávit primário maior.
Ele defende o ajuste gradual. Segundo ele, o ritmo de queda da inflação em direção à meta de 4,5% terá que ser avaliado "à medida que fique claro o tamanho do atraso que existe em alguns preços".
Armínio defende mais transparência nas contas públicas e compromissos com a responsabilidade fiscal e com inflação na meta. “O país não está crescendo e, se não crescer, as frustrações vão aumentar", diz, sublinhando que é o crescimento, mais do que as transferências de renda aos mais pobres, que vem reduzindo as desigualdades no país.
Leia aqui a matéria do Valor sobre o assunto.
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