EUA podem deixar OMC e rever todos seus acordos de comércio

O presidente Donald Trump assinará neste sábado a ordem executiva para uma revisão de 180 dias dos acordos de livre comércio dos Estados Unidos, incluindo o Acordo Geral sobre Tarifas e Comércio, que governa o comércio entre os membros da Organização Mundial do Comércio (OMC), informou o Secretário de Comércio dos EUA, Wilbur Ross, aos repórteres; "Nunca houve uma avaliação sistemática do impacto da OMC sobre o país de uma forma integrada", disse Ross nesta sexta-feira

O presidente Donald Trump assinará neste sábado a ordem executiva para uma revisão de 180 dias dos acordos de livre comércio dos Estados Unidos, incluindo o Acordo Geral sobre Tarifas e Comércio, que governa o comércio entre os membros da Organização Mundial do Comércio (OMC), informou o Secretário de Comércio dos EUA, Wilbur Ross, aos repórteres; "Nunca houve uma avaliação sistemática do impacto da OMC sobre o país de uma forma integrada", disse Ross nesta sexta-feira
O presidente Donald Trump assinará neste sábado a ordem executiva para uma revisão de 180 dias dos acordos de livre comércio dos Estados Unidos, incluindo o Acordo Geral sobre Tarifas e Comércio, que governa o comércio entre os membros da Organização Mundial do Comércio (OMC), informou o Secretário de Comércio dos EUA, Wilbur Ross, aos repórteres; "Nunca houve uma avaliação sistemática do impacto da OMC sobre o país de uma forma integrada", disse Ross nesta sexta-feira (Foto: Leonardo Attuch)


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Da Agência Sputinik

O presidente Donald Trump assinará neste sábado a ordem executiva para uma revisão de 180 dias dos acordos de livre comércio dos Estados Unidos, incluindo o Acordo Geral sobre Tarifas e Comércio, que governa o comércio entre os membros da Organização Mundial do Comércio (OMC), informou o Secretário de Comércio dos EUA, Wilbur Ross, aos repórteres.

"Nunca houve uma avaliação sistemática do impacto da OMC sobre o país de uma forma integrada", disse Ross nesta sexta-feira.

Ross explicou que a revisão, ao contrário de outras revisões comerciais durante os primeiros 100 dias da presidência de Trump, se concentrará nos próprios acordos e será conduzida conjuntamente pelo Departamento de Comércio e Escritório do Representante de Comércio dos EUA Robert Lighthizer.

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Ross também observou que a revisão focará acordos com países, nos quais há grandes desequilíbrios comerciais com os Estados Unidos, a grande maioria dos quais são membros da OMC. Ele então listou China, Japão, Alemanha, México, Irlanda, Vietnã, Itália, Coréia do Sul, Malásia e Índia.

Todos esses países são membros da OMC, disse Ross, com exceção da Alemanha e da Irlanda, que só negociam acordos comerciais como parte da União Européia, e da Coréia do Sul, que possui um acordo comercial bilateral com os Estados Unidos.

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"A maior parcela [do déficit comercial dos EUA] é com os países que são abrangidos pelas regras da OMC em vez de acordos individuais", acrescentou Ross.

 

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Ross observou que um dos principais problemas da atual política comercial dos EUA é fato dos Estados Unidos serem um dos países menos protecionistas do mundo, o que permitiu que outros países, com tarifas mais altas, tivessem mais força para negociar acordos de livre comércio.

Além disso, Ross listou entre outros problemas da OMC as cláusulas que exigem dos membros a conferência a outros membros de status de "nação mais favorecida", o que impede que os Estados Unidos ofereçam condições comerciais diferentes a outros países em acordos bilaterais recíprocos.

Apesar dos muitos problemas relacionados com a OMC, Ross reconheceu que é necessário ter um árbitro para os conflitos comerciais, ou seja, os Estados Unidos ainda não definiram se pretendem se retirar da OMC.

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