Estados usam depósitos judiciais para fechar contas

Medida é prevista por uma proposta do senador tucano José Serra, aprovada no Congresso, que ainda aguarda a sanção da presidente Dilma Rousseff, autorizando o uso de até 70% desses recursos; no caso do Rio Grande do Sul, governo usou mais de R$ 8 bilhões para fechar contas nos últimos 11 anos; manobra é contestada pelo Judiciário; em ação contra o governo do Rio, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, chamou o uso dos valores pelo Estado de "apropriação de patrimônio alheio"

Medida é prevista por uma proposta do senador tucano José Serra, aprovada no Congresso, que ainda aguarda a sanção da presidente Dilma Rousseff, autorizando o uso de até 70% desses recursos; no caso do Rio Grande do Sul, governo usou mais de R$ 8 bilhões para fechar contas nos últimos 11 anos; manobra é contestada pelo Judiciário; em ação contra o governo do Rio, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, chamou o uso dos valores pelo Estado de "apropriação de patrimônio alheio"
Medida é prevista por uma proposta do senador tucano José Serra, aprovada no Congresso, que ainda aguarda a sanção da presidente Dilma Rousseff, autorizando o uso de até 70% desses recursos; no caso do Rio Grande do Sul, governo usou mais de R$ 8 bilhões para fechar contas nos últimos 11 anos; manobra é contestada pelo Judiciário; em ação contra o governo do Rio, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, chamou o uso dos valores pelo Estado de "apropriação de patrimônio alheio" (Foto: Roberta Namour)


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247 – Para cobrir rombos nos cofres públicos, governos estaduais têm apelado a depósitos judiciais. A medida é prevista por uma proposta do senador tucano José Serra, aprovada no Congresso, que ainda aguarda a sanção da presidente Dilma Rousseff, autorizando o uso de até 70% desses recursos.

No caso do Rio Grande do Sul, governo usou mais de R$ 8 bilhões para fechar contas nos últimos 11 anos.

Já no Rio de Janeiro, a Assembleia no início de 2015 liberou o Estado a sacar R$ 6,5 bilhões este ano para tapar o rombo da Previdência. O mesmo ocorreu em Minas Gerais e na Bahia.

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A medida é contestada pelo Judiciário. Em ação contra o governo do Rio, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, chamou o uso dos valores pelo Estado de "apropriação de patrimônio alheio".

Leia aqui reportagem de Felipe Bachtold sobre o assunto.

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