Especialista do Dieese: política da Petrobras está sufocando famílias

Qual e explicação técnica para o botijão de cozinha atingir o preço exorbitante de R$100 reais, chegando ao ponto de famílias substituí-lo por lenha? A especialista do Dieese Patricia Costa expõe, em entrevista à TV 247, que a alteração da política da Petrobras, realizada em 2016, tem como objetivo a competitividade internacional e a geração de lucro aos acionistas, ignorando o elevado custo da gasolina, álcool e gás que afeta o orçamento de milhares de brasileiros; assista

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TV 247 - Qual e explicação técnica para o botijão de cozinha atingir o preço exorbitante de R$100 reais, chegando ao ponto de famílias substituí-lo por lenha? A especialista do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) Patricia Costa expõe, em entrevista à TV 247, que a alteração da política da Petrobras, realizada em 2016, tem como objetivo a competitividade internacional e a geração de lucro aos acionistas, ignorando o elevado custo da gasolina, álcool e gás que afetam o orçamento de milhares de brasileiros. 

Patrícia Costa explica que, em 2016, quando Michel Temer assume, ocorre uma mudança na política de preços da Petrobras, impactando um aumento na gasolina, álcool e gás. "O valor do petróleo e álcool brasileiro ficou pareado com o preço internacional. Esta oscilação internacional gerou impacto direito na estatal", elucida. 

"O argumento  do governo para deslocar o preço do petróleo a níveis internacionais é de que a estatal precisa ser competitiva e gerar lucros, atendendo exclusivamente aos acionistas da empresa", aponta.

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A especialista diz que a mudança na política da estatal é sentida pelas famílias mais pobres "e que o governo deveria prezar pelo bem estar da população". "No Maranhão, por exemplo, as famílias mais pobres ganham, em média, R$ 160 reais e o botijão custa R$ 75, como dá para sobreviver com um orçamento tão apertado?", questiona. 

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