Entregadores de aplicativo tentam criar cooperativa para resistir contra superexploração

Para tentar transformar a ideia em realidade, os entregadores reféns de grandes empresas como o Ifood e Rappi contam com o apoio voluntário de advogados, economistas, programadores e estudiosos do cooperativismo de plataforma

(Foto: Reprodução)


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247 - Para dizer não a superexploração dos grandes aplicativos de entrega, como o Ifood e Rappi, que não paga salários adequados e fogem de garantias trabalhistas, motoboys que prestam o serviço estão esboçando a criação de uma cooperativa entre a classe. 

Segundo reportagem do portal UOL, no entanto, o processo de criar uma cooperativa para concorrer com grandes plataformas de entrega, não é simples nem barato. Apenas o desenvolvimento inicial de um aplicativo enxuto do tipo custa cerca de R$ 500 mil, segundo pessoas do setor consultadas pela BBC News Brasil.

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Para tentar transformar a ideia em realidade, os Entregadores Antifascistas contam com o apoio voluntário de advogados, economistas, programadores e estudiosos do cooperativismo de plataforma ? conceito criado por Trebor Scholz, intelectual e ativista americano, para o fenômeno crescente no mundo de uso das ferramentas digitais por cooperativas. Uma das ideias por trás desse movimento é que os trabalhadores se apropriem da lógica da plataforma, usando os algoritmos em seu favor.

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