Entidades patronais comemoram reforma trabalhista

Associações patronais comemoraram a aprovação da reforma trabalhista de Michel Temer, que reduz uma série de direitos do trabalhador brasileiro; elas afirmam que as novas regras vão incentivas a criação de empregos no País; para José Pastore, presidente do conselho de emprego e relações do trabalho da FecomercioSP, as mudanças vão permitir a retomada do crescimento da economia; sindicatos e entidades dos trabalhadores, por outro lado, prevêem queda nas remunerações e precarização nas relações de trabalho

Associações patronais comemoraram a aprovação da reforma trabalhista de Michel Temer, que reduz uma série de direitos do trabalhador brasileiro; elas afirmam que as novas regras vão incentivas a criação de empregos no País; para José Pastore, presidente do conselho de emprego e relações do trabalho da FecomercioSP, as mudanças vão permitir a retomada do crescimento da economia; sindicatos e entidades dos trabalhadores, por outro lado, prevêem queda nas remunerações e precarização nas relações de trabalho
Associações patronais comemoraram a aprovação da reforma trabalhista de Michel Temer, que reduz uma série de direitos do trabalhador brasileiro; elas afirmam que as novas regras vão incentivas a criação de empregos no País; para José Pastore, presidente do conselho de emprego e relações do trabalho da FecomercioSP, as mudanças vão permitir a retomada do crescimento da economia; sindicatos e entidades dos trabalhadores, por outro lado, prevêem queda nas remunerações e precarização nas relações de trabalho (Foto: Giuliana Miranda)


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247 - Entidades patronais afirmaram que as novas regras aprovadas na reforma trabalhista modernizam as relações entre empresas e empregados.

O presidente do Conselho de Relações do Trabalho da CNI (Confederação Nacional da Indústria), Alexandre Furlan, afirma que a "força de lei" aos acordos entre empresas e funcionários vai reduzir as disputas na Justiça.

"Não se trata, de forma alguma, de perda ou redução dos direitos assegurados e alçados ao patamar constitucional", afirma Furlan.

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Para José Pastore, presidente do conselho de emprego e relações do trabalho da FecomercioSP, as mudanças vão permitir a retomada do crescimento da economia.

"A lei, sozinha, não garante empregos. Entretanto, permite que o ambiente de trabalho se torne mais atrativo e sustentável. Com leis claras e existindo respeito ao pactuado, a oferta de emprego existirá", afirma Pastore.

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A Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) considerou a aprovação "uma relevante contribuição para o país" e elogiou o Congresso, que, segundo a entidade, mostrou que as turbulências políticas não comprometeram as reformas.

Sindicatos e associações de trabalhadores, porém, descordam. Eles já antecipam redução de salários e precarização nas rlações de trabalho.

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As informações são de reportagem de Joana Cunha e Tássia Kastner na Folha de S.Paulo.

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