Entidades não aceitam cortes de ministérios
Redução de ao menos dez ministérios prevista em eventual governo Michel Temer (PMDB) é criticada pelas centrais sindicais, que se queixam do desmembramento do Ministério do Trabalho, entregando a reforma da Previdência à Fazenda, de Henrique Meirelles; "É como deixar a raposa cuidar dos ovos no galinheiro", disse Ricardo Patah, presidente da UGT; a suposta fusão da Secretaria de Direitos Humanos com a Justiça também gerou controvérsias; a esperada nomeação de Alexandre de Moraes, secretário de Segurança de SP para a pasta é "assustadora", afirmou a professora Heloisa Buarque de Almeida, da USP; a união do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação com o das Comunicações também foi bombardeada pela comunidade científica
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247 – O corte de ao menos dez ministérios previsto em eventual governo Michel Temer (PMDB) já é criticado por entidades dos setores envolvidos.
As centrais sindicais se queixam do desmembramento do Ministério do Trabalho, entregando a reforma da Previdência à Fazenda, de Henrique Meirelles.
"É como deixar a raposa cuidar dos ovos no galinheiro", disse Ricardo Patah, presidente da UGT (União Geral dos Trabalhadores), à ‘Folha de S. Paulo’.
A suposta fusão da Secretaria de Direitos Humanos com o Ministério da Justiça também gerou controvérsias. A esperada nomeação de Alexandre de Moraes, secretário de Segurança de SP, como ministro da Justiça e Cidadania é "assustadora", afirmou a professora Heloisa Buarque de Almeida, da USP.
A união do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação com o das Comunicações foi bombardeada pela comunidade científica (leia aqui).
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