Engevix fará acordo de leniência com a CGU

A empresa de engenharia Engevix disse nesta sexta-feira que avançou para assinar um acordo de leniência com a Controladoria Geral da União (CGU), chefiada pelo ministro Valdir Simão, num momento em que companhias tentam limitar o impacto das investigações da Operação Lava Jato; uma porta-voz da Engevix disse que um memorando de entendimentos foi assinado na quinta-feira

A empresa de engenharia Engevix disse nesta sexta-feira que avançou para assinar um acordo de leniência com a Controladoria Geral da União (CGU), chefiada pelo ministro Valdir Simão, num momento em que companhias tentam limitar o impacto das investigações da Operação Lava Jato; uma porta-voz da Engevix disse que um memorando de entendimentos foi assinado na quinta-feira
A empresa de engenharia Engevix disse nesta sexta-feira que avançou para assinar um acordo de leniência com a Controladoria Geral da União (CGU), chefiada pelo ministro Valdir Simão, num momento em que companhias tentam limitar o impacto das investigações da Operação Lava Jato; uma porta-voz da Engevix disse que um memorando de entendimentos foi assinado na quinta-feira (Foto: Leonardo Attuch)


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SÃO PAULO (Reuters) - A empresa de engenharia Engevix disse nesta sexta-feira que avançou para assinar um acordo de leniência com a Controladoria Geral da União (CGU), num momento em que companhias tentam limitar o impacto das investigações da Operação Lava Jato.

Uma porta-voz da Engevix disse que um memorando de entendimentos foi assinado na quinta-feira, acrescentando não ter mais informações, já que as negociações não são públicas.

A Engevix segue a empresa de leasing de plataformas de petróleo SBM Offshore NV, ao concordar em colaborar com a CGU, e espera-se que outras companhias façam o mesmo.

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A CGU investiga 29 das maiores construtoras do país por suspeita de terem fixado de preços de contratos com a Petrobras num esquema multibilionário de propinas pagas a executivos e políticos.

O caso ameaça impedir as companhias de firmar novos contratos como a Petrobras e arcar com multas e outras punições.

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O presidente-executivo da Engevix disse que a companhia está vendendo ativos para pagar 1,5 bilhão de reais em dívidas, combatendo uma acentuada queda nas receitas diante do escândalo.

Procuradores que investigam o caso, porém, estão tentando bloquear os acordos, alegando que eles podem obstruir acusações contra executivos, pessoas que lavaram dinheiro e políticos.

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A CGU não respondeu de imediato pedidos de comentários nesta sexta-feira.

(Por Caroline Stauffer)

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