Empresário defende união para destravar economia

Presidente da Renner, José Galló, há 16 anos no comando de uma das poucas empresas que mostram crescimento na crise, acredita que o descompasso político afeta na economia do país; ele defende uma frente formada com os grandes empresários para buscar o destravamento da economia; empresário ressalta que a crise política gera uma corrente de insegurança, com o consumidor comprando menos e, por consequência, produzindo-se menos e financiando-se menos; Galló defende o ajuste fiscal com ênfase na redução de despesas e não no aumento de impostos

Presidente da Renner, José Galló, há 16 anos no comando de uma das poucas empresas que mostram crescimento na crise, acredita que o descompasso político afeta na economia do país; ele defende uma frente formada com os grandes empresários para buscar o destravamento da economia; empresário ressalta que a crise política gera uma corrente de insegurança, com o consumidor comprando menos e, por consequência, produzindo-se menos e financiando-se menos; Galló defende o ajuste fiscal com ênfase na redução de despesas e não no aumento de impostos
Presidente da Renner, José Galló, há 16 anos no comando de uma das poucas empresas que mostram crescimento na crise, acredita que o descompasso político afeta na economia do país; ele defende uma frente formada com os grandes empresários para buscar o destravamento da economia; empresário ressalta que a crise política gera uma corrente de insegurança, com o consumidor comprando menos e, por consequência, produzindo-se menos e financiando-se menos; Galló defende o ajuste fiscal com ênfase na redução de despesas e não no aumento de impostos (Foto: Realle Palazzo-Martini)


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Goiás 247 - O presidente da Renner, José Galló, está há 16 anos no comando de uma das poucas empresas que mostram crescimento neste momento de crise. E ele não tem dúvidas em apontar que, para ele, a crise política afeta na economia. Galló explica que é uma corrente de insegurança. O consumidor compra menos e, por consequência, produz-se menos e financia-se menos. Todo o sistema econômico é afetado. Para ele, o ajuste fiscal é imprescindível.

"É extremamente necessário. Parece-me que só tem uma pessoa falando sobre isso hoje, que é o ministro Joaquim Levy (Fazenda). A sensação que se tem é que ele é o único defensor real. As pessoas talvez não se deem conta que uma eventual queda de Levy será equivalente ao downgrade (rebaixamento de nota) do Brasil", revela em entrevista ao jornal Estado de S. Paulo.

Galló defende uma frente formada com os grandes empresários do país como Jorge Gerdau, Roberto Setubal, Rubens Ometto, Abílio Diniz, entre vários outros, para buscar o destravamento da economia. "Quem vai dar a solução para o "destravamento" da economia é o Congresso Nacional, mas em minha modesta visão, é hora dos grandes empresários fazerem uma frente em busca deste destravamento", setencia.

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Galló defende o ajuste fiscal com ênfase na redução de despesas do que no aumento de impostos porque assim aumenta a confiança dos empresários, do contrário, gera um grande desestímulo para a classe. No atual cenário, pequenas e médias empresas estão quebrando, explica Galló. "Já passou do tempo de os políticos saírem do aquário onde estão para dar uma olhada na realidade do Brasil. Há coisas que estão sendo alivanhadas, como a simplificação de alguns impostos no curto prazo, com o PIS e o Confins, a reforma do ICMS, a liberação da livre negociação entre empresários e trabalhadores. Seriam algumas medidas para retomar a confiança", explica.

O presidente da Renner acredita que se encerra um ciclo com avanços, mas com retrocessos importantes e grandes. "Certamente estamos caminhando para um novo modelo, de volta à racionalidade, à eficiência, de colocar o Estado em seu devido tamanho. Estamos vivendo dentro uma fórmula inviável e que terá de mudar".

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