Emprego na indústria tem 5º recuo consecutivo

Pessoal ocupado na indústria caiu 0,4% na passagem de julho para agosto deste ano, na quinta redução consecutiva do emprego industrial. O setor acumula perda de 2,9% no período, segundo dados divulgados pelo IBGE

Foram comercializadas, em abril, 257.885 unidades contra 300.574 vendidas em março, segundo Afanvea
Foram comercializadas, em abril, 257.885 unidades contra 300.574 vendidas em março, segundo Afanvea (Foto: Gisele Federicce)


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Vitor Abdala - Repórter da Agência Brasil

Pessoal ocupado na indústria caiu 0,4% na passagem de julho para agosto deste ano, na quinta redução consecutiva do emprego industrial. O setor acumula perda de 2,9% no período. Os dados foram divulgados hoje (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em sua Pesquisa Industrial Mensal de Emprego e Salário (Pimes).

Na comparação com agosto do ano passado, a queda nos postos de trabalho foi 3,6%. Quatorze das 18 atividades industriais pesquisadas pelo IBGE tiveram recuo no pessoal ocupado assalariado nesse tipo de comparação, com destaque para as indústrias de meios de transporte (-7,5%), de produtos de metal (-7,9%), de calçados e couro (-9%) e de máquinas e equipamentos (-5,5%).

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Quatro setores tiveram aumento dos postos de trabalho e evitaram uma queda maior do emprego na indústria. Os principais impactos positivos vieram dos setores de minerais não-metálicos (com alta de 1,1%) e de produtos químicos (1%).

Entre os locais, houve recuo em 13 dos 14 pesquisados. São Paulo contribuiu para a redução dos postos de trabalho, com queda de 4,8%, seguido por Paraná (-5,2%), Rio Grande do Sul (-4,7%), Minas Gerais (-3,3%) e regiões Norte e Centro-Oeste (-2,2%).

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Nos acumulados do ano e do período de 12 meses, as perdas de postos de trabalho são 2,7% e 2,4%, respectivamente.

A folha de pagamento real cresceu 0,5% na passagem de julho para agosto e 0,4% no acumulado do ano, mas caiu 1,6% na comparação com agosto do ano passado e manteve-se estável no acumulado de 12 meses.

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