Em reunião do Conselho Monetário, Levy sinaliza que deixará cargo

O ministro da Fazenda Joaquim Levy surpreendeu os integrantes do Conselho Monetário Nacional ao se despedir de todos na última reunião do ano e informar que não estará presente no próximo encontro, que ocorrerá no final de janeiro; a despedida soou como um espécie de saída do governo; tal fato é esperado uma vez que ele divergiu do governo na definição da meta fiscal de 2016; ele era contra a redução, que acabou sendo aprovada, de 0,7% para 0,5% do Produto Interno Bruto

O ministro da Fazenda Joaquim Levy surpreendeu os integrantes do Conselho Monetário Nacional ao se despedir de todos na última reunião do ano e informar que não estará presente no próximo encontro, que ocorrerá no final de janeiro; a despedida soou como um espécie de saída do governo; tal fato é esperado uma vez que ele divergiu do governo na definição da meta fiscal de 2016; ele era contra a redução, que acabou sendo aprovada, de 0,7% para 0,5% do Produto Interno Bruto
O ministro da Fazenda Joaquim Levy surpreendeu os integrantes do Conselho Monetário Nacional ao se despedir de todos na última reunião do ano e informar que não estará presente no próximo encontro, que ocorrerá no final de janeiro; a despedida soou como um espécie de saída do governo; tal fato é esperado uma vez que ele divergiu do governo na definição da meta fiscal de 2016; ele era contra a redução, que acabou sendo aprovada, de 0,7% para 0,5% do Produto Interno Bruto (Foto: Valter Lima)


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247 - O ministro da Fazenda Joaquim Levy surpreendeu os integrantes do Conselho Monetário Nacional ao se despedir de todos na última reunião do ano e informar que não estará presente no próximo encontro, que ocorrerá no final de janeiro. A despedida soou como um espécie de saída do governo. 

Segundo a Folha, que diz que ouvido o relato de dois assessores que estavam na reunião, Levy desejou boas festas e bom final de ano a todos, e, em seguida, afirmou que, pelas perspectivas, não estará mais presente no CMN na primeira reunião do próximo ano, no final de janeiro.

A saída de Levy é esperada uma vez que ele divergiu do governo na definição da meta fiscal de 2016. Ele era contra a redução, que acabou sendo aprovada, de 0,7% para 0,5% do Produto Interno Bruto. Em conversas reservadas, ele vinha dizendo que, se a meta fosse reduzida, deixaria o governo.

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O Palácio do Planalto já está sondando nomes para substituir o ministro da Fazenda. O planejamento inicial da presidente Dilma era fazer a troca no início do próximo ano, de forma negociada, para não causar turbulências.

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