Eike fica com nome sujo por dívida de R$ 840 em loja
Ex-bilionário, que foi o mais rico do Brasil, tem agora o nome "sujo" na praça por causa do não pagamento de uma dívida com uma loja de móveis planejados; a compra foi feita por seu filho Thor, mas a verdade é que o calote virou uma prática também das empresas do grupo de Eike Batista
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SÃO PAULO - A vida não está fácil para Eike Batista, agora, seu nome está "sujo" na praça por causa de uma dívida de R$ 840 com uma loja de móveis planejados, noticiou o portal G1. O pagamento deveria ter sido feito em fevereiro e foi protestado em março - apontando que houve um cheque sem fundo, ou problemas com outros documentos de dívida.
Esse protesto complica as operações de crédito, como empréstimos, financiamentos e liberação de cartões de crédito. A Treselle, loja que protestou contra Eike, disse que a conta já foi paga, mas o nome do empresário continua "sujo" - a empresa deveria ter informado ao cartório que a dívida havia sido paga.
De acordo com a reportagem do G1, foi Thor Batista que fez a compra que resultou no nome sujo de Eike Batista, ao comprar móveis para equipar cozinha e área de serviço de uma casa no Jardim Botânico. Houveram problemas com trilhos de gavetas e Thor comprou novas, no valor protestado. Mas não pagou.
Não pagar dívidas também se tornou a realidade das suas empresas. Duas delas estão em recuperação judicial, a Óleo e Gás Participações (OGXP3), antiga OGX, e a OSX Brasil (OSXB3). Outras duas, a MMX Mineração (MMXM3) e a LLX Logística (LLXL3) também já foram acusadas de não pagar dívidas.
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