Eike continua presidente do Conselho da ex-OGX
Investigado pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal por crimes contra o mercado de capitais, empresário teve mandato renovado por mais um ano; outros seis conselheiros, entre eles o pai de Eike, Eliézer Batista, foram mantidos no colegiado; as reconduções foram alvo de críticas dos acionistas minoritários; Eike, que nega ter agido de má fé nas ações que determinaram a derrocada do grupo, não compareceu à reunião
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247 - Representado por procuradores e contra a vontade dos acionistas minoritários, o empresário Eike Batista foi reconduzido na sexta-feira (2) à presidência do Conselho de Administração da Óleo e Gás Participações, sucessora da OGX, que está em recuperação judicial, informa o jornal Folha de São Paulo na edição deste sábado (3).
Investigado pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal por crimes contra o mercado financeiro, Eike terá mandato de um ano. Outros seis conselheiros foram mantidos no conselho, entre eles seu pai, Eliézer Batista.
Eike, que nega ter agido de má fé nas ações que determinaram a derrocada do conglomerado petrolífero, é acusado dos crimes de manipulação de mercado, por supostamente ter incentivado investidores a adquirir ações da empresa através do microblog Twitter, mesmo já sabendo que a companhia enfrentava dificuldades.
O empresário também e suspeito de ter vendido ações antes da divulgação de que as reservas de petróleo nos poços sob sua concessão eram inferiores às projeções.
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