'Economia crescerá pouco depois de ajuste fiscal'

Segundo o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, o Brasil "vai sair (da recessão) um pouco depois de a gente resolver as questões fiscais"; de acordo com ele, experiências semelhantes apontam que a recuperação acontece em 2 ou 3 trimestres após a questão fiscal ser equacionada; para o ministro, a economia brasileira tem mostrado enorme resiliência, mas que não pode ser muito esticada

Segundo o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, o Brasil "vai sair (da recessão) um pouco depois de a gente resolver as questões fiscais"; de acordo com ele, experiências semelhantes apontam que a recuperação acontece em 2 ou 3 trimestres após a questão fiscal ser equacionada; para o ministro, a economia brasileira tem mostrado enorme resiliência, mas que não pode ser muito esticada
Segundo o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, o Brasil "vai sair (da recessão) um pouco depois de a gente resolver as questões fiscais"; de acordo com ele, experiências semelhantes apontam que a recuperação acontece em 2 ou 3 trimestres após a questão fiscal ser equacionada; para o ministro, a economia brasileira tem mostrado enorme resiliência, mas que não pode ser muito esticada (Foto: Paulo Emílio)


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Reuters - O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, disse nesta quinta-feira que a economia brasileira pode voltar a crescer "um pouco depois" de a situação fiscal ser resolvida, e defendeu novamente a recriação da CPMF, imposto sobre transações financeiras, como elemento chave para esse cenário.

"Vai sair (da recessão) um pouco depois de a gente resolver as questões fiscais", disse Levy em evento em São Paulo, acrescentando que, com base em outras experiências, a recuperação vem 2 ou 3 trimestres após a questão fiscal ser equacionada.

Pesquisa Focus do Banco Central com uma centena de economistas mostra que a expectativa é de que o Produto Interno Bruto (PIB) do país recue 3,05 por cento neste ano e 1,51 por cento em 2016.

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Para o ministro, a perspectiva de ter superávit primário em 2016 é "necessária e viável", mas exigirá decisões. O governo tenta aprovar no Congresso Nacional uma série de medidas para garantir maiores receitas, em meio a uma economia em recessão, entre elas, a CPMF, com potencial para arrecadar 32 bilhões de reais no ano. "É o tamanho do Bolsa Família", emendou.

Segundo ele, o governo tem feito economia significativa, mas é preciso receita. "Não há fórmula mágica", acrescentou.

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O ministro disse ainda que é preciso acertar a área fiscal do país para retomar a confiança, acrescentando que o trabalho de convencimento da importância das medidas tem de ser feito pouco a pouco.

Para o ministro, a economia brasileira tem mostrado enorme resiliência, mas que não pode ser muito esticada.

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(Reportagem de Tatiana Ramil)

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