Dólar volta a encostar em R$ 2,40, apesar de ações do BC

No segundo dia útil da nova política para o câmbio adotada pelo Banco Central, a moeda norte-americana voltou a subir: o dólar comercial encerrou esta segunda-feira vendido a R$ 2,3837, com alta de 1,29%; cotação acumula alta de 4,43% em agosto e de 16,39% no ano

No segundo dia útil da nova política para o câmbio adotada pelo Banco Central, a moeda norte-americana voltou a subir: o dólar comercial encerrou esta segunda-feira vendido a R$ 2,3837, com alta de 1,29%; cotação acumula alta de 4,43% em agosto e de 16,39% no ano
No segundo dia útil da nova política para o câmbio adotada pelo Banco Central, a moeda norte-americana voltou a subir: o dólar comercial encerrou esta segunda-feira vendido a R$ 2,3837, com alta de 1,29%; cotação acumula alta de 4,43% em agosto e de 16,39% no ano (Foto: Gisele Federicce)


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Wellton Máximo*
Repórter da Agência Brasil

Brasília – No segundo dia útil da nova política para o câmbio adotada pelo Banco Central (BC), a moeda norte-americana subiu e voltou a encostar em R$ 2,40. O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (26) vendido a R$ 2,3837, com alta de 1,29%. A cotação acumula alta de 4,43% em agosto e de 16,39% no ano.

Pela manhã, o BC vendeu US$ 497,9 milhões no mercado futuro. A cotação chegou a cair, atingindo R$ 2,3510 na mínima do dia. No entanto, subiu depois das 11h, até superar R$ 2,38. Na máxima do dia, por volta das 12h30, o dólar chegou a ser vendido a R$ 2,3927.

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No último dia 22, o BC anunciou que faria leilões de swap cambial de segunda a quinta-feira, com oferta de US$ 500 milhões por dia. Às sextas-feiras, será oferecido ao mercado o crédito até US$ 1 bilhão, por meio dos leilões de venda com compromisso de recompra. Na última sexta-feira (23), foi feito o primeiro leilão dessa programação.

Segundo o BC, esse programa se estenderá, pelo menos, até 31 de dezembro de 2013, e pode totalizar US$ 60 bilhões. A autoridade monetária informou ainda que poderá fazer operações adicionais, se julgar apropriado.

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Desde o fim de maio, o sistema financeiro global enfrenta turbulências por causa da perspectiva de que o Federal Reserve (Fed), o Banco Central dos Estados Unidos, reduza os estímulos monetários para a maior economia do planeta. Com menos dólares em circulação, a cotação da moeda norte-americana fica mais cara em todo o mundo.

A instabilidade agravou-se na semana passada, quando foi divulgada a ata da reunião de julho do Fed. No documento, os diretores do banco central americano não estipularam uma data, mas confirmaram que pretendem acabar com as injeções mensais de dólares até meados do próximo ano.

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*Colaborou: Kelly Oliveira
Edição: Aécio Amado

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