Dilma tenta adiar reajuste automático da gasolina
Defendido pela presidente da Petrobras, Graça Foster, o "gatilho" permite reajustar os preços dos derivados de petróleo, duas ou três vezes por ano, e garantir previsibilidade aos planos de negócios da estatal; governo teme impacto inflacionário e diz que responsabilidade do prejuízo pela alta do dólar é da própria companhia
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247 – A presidente Dilma Rousseff tenta evitar o reajuste automático da gasolina defendido pela Petrobras. O governo teme o impacto inflacionário da medida.
O Conselho de Administração da estatal adiou a reunião sobre a questão e se reunirá na sexta-feira (29).
O governo acordou o reajuste neste ano dentro da regra atual - por volta de 5% para gasolina e próximo de 10% para o diesel.
No entanto, agora já fala em deixar para o ano quem a concessão de um "gatilho", para reajustar os preços dos derivados de petróleo, duas ou três vezes por ano, e garantir previsibilidade aos planos de negócios da Petrobrás.
A presidente Dilma culpa a Petrobras pela crise financeira. Segundo ela, se a estatal tivesse cumprido a meta de elevar a produção, a valorização do dólar não seria um problema como agora, pois a estatal excedentes exportar e compensar gasto extra com importação.
A falta de consenso entre a presidente da estatal, Graça Foster, e o ministro da Fazenda, Guido Mantega, tem provocado forte impacto nos papéis da Petrobras desde o final de outubro.
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