Dilma manda ao Congresso nova CPMF

Objetivo do governo é arrecadar com o tributo incidente sobre movimentação financeira R$ 32 bilhões no próximo ano, com alíquota de 0,20%; o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), disse ser “impossível” votar o retorno da CPMF ainda neste ano; contra a resistência dos parlamentares, governadores da base aliada decidiram apoiar a medida, em troca da divisão de recursos, elevando o imposto a 0,38%

Objetivo do governo é arrecadar com o tributo incidente sobre movimentação financeira R$ 32 bilhões no próximo ano, com alíquota de 0,20%; o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), disse ser “impossível” votar o retorno da CPMF ainda neste ano; contra a resistência dos parlamentares, governadores da base aliada decidiram apoiar a medida, em troca da divisão de recursos, elevando o imposto a 0,38%
Objetivo do governo é arrecadar com o tributo incidente sobre movimentação financeira R$ 32 bilhões no próximo ano, com alíquota de 0,20%; o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), disse ser “impossível” votar o retorno da CPMF ainda neste ano; contra a resistência dos parlamentares, governadores da base aliada decidiram apoiar a medida, em troca da divisão de recursos, elevando o imposto a 0,38% (Foto: Roberta Namour)


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247 - A presidente Dilma Rousseff deve enviar hoje ao Congresso a Proposta de Emenda a Constituição (PEC) que recria a CPMF, contribuição que incide sobre a movimentação financeira.

O texto propõe um novo tributo com alíquota de 0,20% e duração de quatro anos destinado à Previdência Social. O objetivo do governo é arrecadar, com o tributo, R$ 32 bilhões no próximo ano.

Contra a resistência dos parlamentares, governadores da base aliada decidiram apoiar a medida, em troca da divisão de recursos, elevando o imposto a 0,38%. 

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O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), disse ser “impossível” votar o retorno da CPMF ainda neste ano.

Leia aqui a reportagem de João Villaverde sobre o assunto. 

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