Dilma e Barbosa apoiam BC na escalada dos juros

Na semana que vem, o Copom deve começar a aumentar os juros básicos, que estão em 14,25% ao ano, para até 15,25% em abril; aval para um novo ciclo de aperto vem num momento em que o PT pede mais medidas pró-crescimento e pressiona por uma política monetária menos austera; BC argumenta que país vive novo momento, onde alta de juros não significaria necessariamente desemprego; fontes sustentam que Dilma estaria convencida de que não é possível tergiversar no controle dos preços, que prejudica, principalmente, os mais pobres

Na semana que vem, o Copom deve começar a aumentar os juros básicos, que estão em 14,25% ao ano, para até 15,25% em abril; aval para um novo ciclo de aperto vem num momento em que o PT pede mais medidas pró-crescimento e pressiona por uma política monetária menos austera; BC argumenta que país vive novo momento, onde alta de juros não significaria necessariamente desemprego; fontes sustentam que Dilma estaria convencida de que não é possível tergiversar no controle dos preços, que prejudica, principalmente, os mais pobres
Na semana que vem, o Copom deve começar a aumentar os juros básicos, que estão em 14,25% ao ano, para até 15,25% em abril; aval para um novo ciclo de aperto vem num momento em que o PT pede mais medidas pró-crescimento e pressiona por uma política monetária menos austera; BC argumenta que país vive novo momento, onde alta de juros não significaria necessariamente desemprego; fontes sustentam que Dilma estaria convencida de que não é possível tergiversar no controle dos preços, que prejudica, principalmente, os mais pobres (Foto: Realle Palazzo-Martini)


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247 - A presidente Dilma Rousseff e o ministro da fazenda Nelson Barbosa vão garantir a autonomia do Banco Central (BC), que anunciou no Boletim Focus que os juros básicos da economia vão subir para 15,25% até o mês de abril. A ordem no governo, segundo relato do jornal O Globo, é deixar o BC fazer o que for preciso para controlar a inflação. A idéia seria dar previsibilidade e confiança aos agentes econômicos para recuperar a credibilidade.

Por isso, na semana que vem, o Comitê de Política Monetária (Copom) deve começar a aumentar os juros básicos, que estão em 14,25% ao ano. O aval para um novo ciclo de aperto vem em um momento em que o PT pede mais medidas pró-crescimento e pressiona por uma política monetária menos austera.

O BC entende que mais juros não significam necessariamente mais desemprego. A avaliação é de que a economia está tão debilitada que taxas maiores não afetariam o consumo. Atuariam somente nas expectativas de empresários, economistas e consumidores.

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A provável alta de juros será a primeira medida do BC após o presidente Alexandre Tombini atribuir a alta de preços a decisões da equipe econômica, em carta aberta enviada na sexta-feira ao ministro da Fazenda para justificar o descumprimento da meta de inflação. No documento, ele ataca a política fiscal. Para Tombini, a piora da percepção sobre as contas públicas contribuiu para a interrupção do processo de ancoragem de expectativas “em curso desde o fim de 2014”.

Segundo interlocutores de Dilma Rousseff, a presidente está convencida de que não é possível tergiversar no controle dos preços, que prejudica, principalmente, os mais pobres.

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