Dilma desautoriza Bernardo no caso Vivo/TIM

Nos Estados Unidos, presidente afirma que caberá ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica avaliar os impactos, no Brasil, da compra da TIM pela Vivo; ontem, o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, foi categórico ao dizer que a operação seria vetada, por contrariar a Lei Geral de Telecomunicações; segundo Dilma, as declarações de Bernardo refletem as visões do ministro, e não do governo; será que a fusão entre a primeira a segunda empresa no ranking da telefonia será liberada?

Nos Estados Unidos, presidente afirma que caberá ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica avaliar os impactos, no Brasil, da compra da TIM pela Vivo; ontem, o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, foi categórico ao dizer que a operação seria vetada, por contrariar a Lei Geral de Telecomunicações; segundo Dilma, as declarações de Bernardo refletem as visões do ministro, e não do governo; será que a fusão entre a primeira a segunda empresa no ranking da telefonia será liberada?
Nos Estados Unidos, presidente afirma que caberá ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica avaliar os impactos, no Brasil, da compra da TIM pela Vivo; ontem, o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, foi categórico ao dizer que a operação seria vetada, por contrariar a Lei Geral de Telecomunicações; segundo Dilma, as declarações de Bernardo refletem as visões do ministro, e não do governo; será que a fusão entre a primeira a segunda empresa no ranking da telefonia será liberada? (Foto: Leonardo Attuch)


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NOVA YORK, 25 Set (Reuters) - A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta quarta-feira que caberá ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) avaliar o acordo envolvendo a Telefónica e a holding de controle da Telecom Italia, bem como suas implicações ao Brasil.

Segundo Dilma, as declarações do ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, na terça-feira, sobre o assunto refletem as visões do ministro, e não do governo.

(Por Luciana Lopez; Texto de Cesar Bianconi; Edição de Eduardo Simões)

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Ontem, o ministro foi categórico ao dizer que a aquisição da TIM pela Vivo não seria liberada. Leia abaixo:

BERNARDO DIZ NÃO PARA COMPRA DA TIM PELA VIVO

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É contra a legislação do país, afirmou ministro das Comunicações; segundo ele, o governo ainda vai aguardar a formalização das negociações entre as duas empresas, anunciada nesta terça-feira, que deverá ser analisada pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade); a espanhola Telefónica, dona da Vivo no Brasil, chegou a um acordo hoje para aumentar sua participação na Telecom Italia, proprietária da TIM no Brasil; "o que a gente tem de forma objetiva é que uma empresa não pode controlar a outra, elas não podem fazer essa concentração", frisou Paulo Bernardo

24 DE SETEMBRO DE 2013 ÀS 18:16

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