'Dilma arriscou popularidade para País voltar a crescer'

Ministro da Fazenda, Joaquim Levy, disse que a presidente assumiu um risco de popularidade ao tomar medidas que "são necessárias para o país voltar a crescer"; "O Brasil precisa de reformas rápido, sem populismos fáceis. O governo tomou a responsabilidade e assumiu o custo de popularidade para fazer o necessário para o país voltar a crescer. A presidente assume esse risco sem temor", afirmou

Ministro da Fazenda, Joaquim Levy, disse que a presidente assumiu um risco de popularidade ao tomar medidas que "são necessárias para o país voltar a crescer"; "O Brasil precisa de reformas rápido, sem populismos fáceis. O governo tomou a responsabilidade e assumiu o custo de popularidade para fazer o necessário para o país voltar a crescer. A presidente assume esse risco sem temor", afirmou
Ministro da Fazenda, Joaquim Levy, disse que a presidente assumiu um risco de popularidade ao tomar medidas que "são necessárias para o país voltar a crescer"; "O Brasil precisa de reformas rápido, sem populismos fáceis. O governo tomou a responsabilidade e assumiu o custo de popularidade para fazer o necessário para o país voltar a crescer. A presidente assume esse risco sem temor", afirmou (Foto: Aquiles Lins)


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247 - O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, afirmou nesta quarta-feira, 5, que o governo e a presidente Dilma Rousseff estão assumindo um risco de popularidade para tomar medidas que "são necessárias para o país voltar a crescer".

"O Brasil precisa de reformas rápido, sem populismos fáceis. O governo tomou a responsabilidade e assumiu o custo de popularidade para fazer o necessário para o país voltar a crescer. A presidente assume esse risco sem temor", afirmou o ministro.

Levy voltou a defender que as medidas de ajuste fiscal não têm sido responsáveis pela contração da economia. "Primeiro, temos que entender que o ajuste fiscal não causou desaceleração da economia. Os economistas vêm falando que a recessão começou em 2014. O ajuste fiscal é uma consequência e é ferramenta indispensável para voltarmos a crescer", afirmou.

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"Não adianta falar em agente pós-ajuste se o ajuste não estiver completo", disse. A agenda "pós-ajuste" foi uma expressão cunhada pelo próprio ministro, ao se referir, em discursos anteriores, a medidas estruturais, complementares ao controle das contas públicas.

O ministro da Fazenda disse também que uma das coisas mais importantes para o país voltar a crescer é destravar a reforma do ICMS e do PIS/Cofins. "É como se fosse a mãe de todas as reformas estruturais. Tem evidente impacto na capacidade do Brasil para reagir à mudança de cenário com o fim do ciclo das commodities. Poucas pessoas entendem que um dos fatores que mais nos puxam para trás é a dificuldade para o pagamentos de impostos, em particular dos indiretos", afirmou.

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