'Dilma arriscou popularidade para País voltar a crescer'
Ministro da Fazenda, Joaquim Levy, disse que a presidente assumiu um risco de popularidade ao tomar medidas que "são necessárias para o país voltar a crescer"; "O Brasil precisa de reformas rápido, sem populismos fáceis. O governo tomou a responsabilidade e assumiu o custo de popularidade para fazer o necessário para o país voltar a crescer. A presidente assume esse risco sem temor", afirmou
✅ Receba as notícias do Brasil 247 e da TV 247 no canal do Brasil 247 e na comunidade 247 no WhatsApp.
247 - O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, afirmou nesta quarta-feira, 5, que o governo e a presidente Dilma Rousseff estão assumindo um risco de popularidade para tomar medidas que "são necessárias para o país voltar a crescer".
"O Brasil precisa de reformas rápido, sem populismos fáceis. O governo tomou a responsabilidade e assumiu o custo de popularidade para fazer o necessário para o país voltar a crescer. A presidente assume esse risco sem temor", afirmou o ministro.
Levy voltou a defender que as medidas de ajuste fiscal não têm sido responsáveis pela contração da economia. "Primeiro, temos que entender que o ajuste fiscal não causou desaceleração da economia. Os economistas vêm falando que a recessão começou em 2014. O ajuste fiscal é uma consequência e é ferramenta indispensável para voltarmos a crescer", afirmou.
"Não adianta falar em agente pós-ajuste se o ajuste não estiver completo", disse. A agenda "pós-ajuste" foi uma expressão cunhada pelo próprio ministro, ao se referir, em discursos anteriores, a medidas estruturais, complementares ao controle das contas públicas.
O ministro da Fazenda disse também que uma das coisas mais importantes para o país voltar a crescer é destravar a reforma do ICMS e do PIS/Cofins. "É como se fosse a mãe de todas as reformas estruturais. Tem evidente impacto na capacidade do Brasil para reagir à mudança de cenário com o fim do ciclo das commodities. Poucas pessoas entendem que um dos fatores que mais nos puxam para trás é a dificuldade para o pagamentos de impostos, em particular dos indiretos", afirmou.
Assine o 247, apoie por Pix, inscreva-se na TV 247, no canal Cortes 247 e assista:
Comentários
Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247