Dieese: os mais pobres vão pagar a conta
Se cumprido, o acordo acordo anunciado pelo governo Temer para resolver a situação dos caminhoneiros terá um custo social que se refletirá diretamente na saúde das crianças pobres, diz Clemente Ganz Lúcio, diretor do Dieese; para conseguir bancar o pacote de medidas prometido aos caminhoneiros, o governo informa que precisará "cortar benefícios"; benefícios, tais como Bolsa Família e Farmácia Popular, são para toda a sociedade e não só para os caminhoneiros. Dessa forma, quem vai pagar a conta no final é toda a sociedade; especialmente os mais pobres.
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247 - O acordo anunciado pelo governo Temer para resolver a situação dos caminhoneiros não cola. O desgaste do presidente é tanto, que não existe confiança nas negociações. Se cumprido, o acordo terá um custo social que se refletirá diretamente na saúde das crianças pobres. É o que afirma Clemente Ganz Lúcio, diretor do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) a Maria Cristina Trevisan, do Portal Vermelho.
A lógica que embasa essa afirmação é a seguinte: para conseguir bancar o pacote de medidas prometido aos caminhoneiros, o governo informa que precisará "cortar benefícios". Esses benefícios, tais como Bolsa Família e Farmácia Popular, são para toda a sociedade e não só para os caminhoneiros. Dessa forma, quem vai pagar a conta no final é toda a sociedade; especialmente os mais pobres.
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