Desemprego é de 14,2%, enquanto informalidade chega a 39,7%
A taxa de desemprego no Brasil foi de 14,2% no trimestre de novembro a janeiro, segundo dados divulgados nesta quarta-feira, 31, da Pnad Contínua, do IBGE. A taxa mais alta deste período desde 2012, quando começou a série histórica
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247 - A taxa de desemprego no Brasil foi de 14,2% no trimestre de novembro a janeiro, segundo dados divulgados nesta quarta-feira, 31, da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua, do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
A taxa mais alta deste período desde 2012, quando começou a série histórica.
Desta forma, são mais de 14,3 milhões de desempregados no Brasil, um dado caótico em geral, mas que é piorado diante da pandemia do novo coronavírus e o aumento do custo de vida no País - e a falta de um auxílio emergencial efetivo.
O nível de desemprego se manteve estável na comparação com o trimestre anterior (14,3% de agosto a outubro), mas houve alta de 19,8% em comparação ao mesmo trimestre móvel encerrado em janeiro de 2020 (11,2%).
Aumento da informalidade e do desalento
Ainda, houve um aumento da informalidade com o número de empregados sem carteira assinada no setor privado subindo 3,6% em relação ao trimestre anterior, representando um aumento de 339 mil pessoas.
Já os trabalhadores por conta própria sem CNPJ aumentaram em 4,8% no mesmo período, totalizando 826 mil pessoas a mais. Os trabalhadores domésticos sem carteira somam 3,6 milhões de pessoas.
A taxa de informalidade no trimestre encerrado em janeiro foi de 39,7%.
A população desalentada totaliza 5,9 milhões, o maior número desde o início da série histórica da pesquisa, em 2012. O número representa 5,6%. Em relação ao mesmo período do ano anterior, houve um acréscimo de 25,6% - com mais 1,2 milhão de pessoas nesta situação.
O desalento é quando uma pessoa não busca mais trabalho, mas gostaria de trabalhar e está disponível no mercado de trabalho.
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