Depressão econômica de Temer reduz atividade industrial

Crescimento do setor industrial perdeu força em junho diante de taxas menores de aumento da produção e no volume de novos pedidos, de acordo com o Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês); PMI do setor industrial divulgado pelo IHS Markit caiu a 50,5 em junho de 52,0 no mês anterior; recessão econômica do governo Michel Temer segue derrubando a economia e não dá mostras de arrefecimento

Michel Temer, indústria, atividade industrial .2
Michel Temer, indústria, atividade industrial .2 (Foto: Paulo Emílio)


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Reuters - O crescimento do setor industrial perdeu força em junho diante de taxas menores de aumento da produção e no volume de novos pedidos, de acordo com o Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês) divulgado nesta segunda-feira.

O PMI do setor industrial divulgado pelo IHS Markit caiu a 50,5 em junho de 52,0 no mês anterior, mas permaneceu acima do nível de 50 que separa crescimento de contração pelo terceiro mês seguido.

O ritmo mais fraco foi registrado em um momento de melhora nas condições da demanda, porém a recuperação foi contida por pressões competitivas e questões políticas.

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Os dados "indicam que a indústria deverá ter uma contribuição mais forte para o PIB (no segundo trimestre) do que teve no primeiro trimestre do ano", avaliou a economista do IHS Markit Pollyanna De Lima.

De acordo com o IHS Markit, quase 23 por cento das empresas relataram volume mais alto de produção, com aumentos nas categorias de bens de consumo e de bens intermediários.

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"Os dados indicam que os bens de capital foram a principal fonte de fraqueza, onde uma alta marginal nos livros de encomendas foi insuficiente para levar os produtores a aumentarem a produção", completou Pollyanna.

Já o número de novos negócios para o exterior ficou estagnado, já que o crescimento modesto entre produtores de bens intermediários e de bens de investimento foi compensado pela contração na demanda externa por bens de consumo.

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Em meio a isso e a tentativas de redução de custos, o nível de emprego na indústria brasileira sofreu contração em junho, à taxa mais rápida de perda de empregos desde março.

O enfraquecimento do real frente ao dólar, por sua vez, provocou aceleração da inflação após recorde de baixa de 16 meses em maio.

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Algumas empresas repassaram essa carga aumentando seus preços, porém o excesso de oferta e as pressões competitivas limitaram esse movimento.

Ainda assim os fabricantes permaneceram otimistas de que o volume de produção crescerá ao longo do próximo ano, diante de lançamentos de novos produtos e de oportunidades para exportação.

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