Depressão de Temer deixa quase 60 milhões de consumidores negativados

Número de consumidores negativados pelos órgãos de proteção ao crédito chegaram a 59,4 milhões de pessoas em julho, alcançando 39,3% da população com idade entre 18 e 95 anos, segundo dados da Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil); desemprego recorde é apontado como uma das causas para o elevado número de consumidores com problemas de acesso ao crédito

consumo compras
consumo compras (Foto: Paulo Emílio)


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247 - O número de consumidores negativados no Brasil por conta da recessão econômica chegou a 59,4 milhões de pessoas em julho, alcançando 39,3% da população com idade entre 18 e 95 anos, segundo dados da Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil).

Quando em comparação com o mesmo período de 2016, o índice subiu 0,84%. Alto índice de desemprego elevado – que alcança 14 milhões de trabalhadores -, é apontado como uma das causas para o elevado número de negativados pelos serviços de proteção ao crédito.

"Assumindo que a economia e o consumo irão se recuperar de forma lenta e gradual, a estimativa deve permanecer ainda oscilando em torno dos 59 milhões de negativados ao longo dos próximos meses, sem mostrar um avanço expressivo", disse o presidente da CNDL, Honório Pinheiro.

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A maior parte dos devedores (50,11%) está concentrada na fatia da população com idade entre 30 e 39 anos., seguida pela faixa de pessoas entre 40 e 49 anos (47,55%), e o que possuem idade entre de 25 e 29 anos (46,10%).

De acordo com o levantamento, a maior parte das dívidas (48,87%) está concentrada junto ao setor bancário. Logo em seguida está o comércio, (19,84%), comunicações (14,08%) e as contas ligadas ao fornecimento de água e energia (7,89%).

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