Depois da Previdência, a reforma salarial

Chamada de proposta de "modernização da gestão de pessoas" pelo Ministério do Planejamento, a reforma salarial vai afetar os novos funcionários que ingressarem no serviço público e terá uma redução drástica dos vencimentos, como o da carreira de gestor, que abarca Banco Central e Tesouro Nacional, que cairá dos atuais R$ 16.933,00 para R$ 5 mil, que é o salário inicial de um professor universitário (para quem nada muda); nos concursos de nível médio, o salário será de no máximo R$ 2.800,00

Servidor público Trabalhando Na foto: Foto: Adenilson Nunes
Servidor público Trabalhando Na foto: Foto: Adenilson Nunes (Foto: Gisele Federicce)


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247 - Depois de retirar direitos históricos dos trabalhadores no regime da CLT, por meio da reforma trabalhista, o governo Michel Temer pretende fazer a reforma salarial, que reduzirá drasticamente o teto do salário dos novos servidores públicos.

Chamada de proposta de "modernização da gestão de pessoas" pelo Ministério do Planejamento, a reforma reduzirá os vencimentos como o da carreira de gestor, que abarca Banco Central e Tesouro Nacional, que cairá dos atuais R$ 16.933,00 para R$ 5 mil, que é o salário inicial de um professor universitário (para quem nada muda). Nos concursos de nível médio, o salário será de no máximo R$ 2.800,00. 

O objetivo: reduzir o ritmo de crescimento da folha de salários da União em cerca de R$ 69,8 bilhões em 10 anos e em R$ 294 bilhões em 20 anos, como parte relevante do ajuste fiscal, como detalha a colunista Claudia Safatle, do Valor Econômico.

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