Denunciado, Temer vira motivo para rebaixamento do risco-Brasil

A situação esdrúxula do Brasil, que passou a ter pela primeira vez em sua história um ocupante da presidência denunciado por corrupção passiva, se tornou um peso para a economia; segundo a agência de risco Moody's, Michel Temer perdeu a capacidade de aprovar as reformas que prometia, o que deve levar ao rebaixamento da nota do País; ou seja: o golpe, além de desmoralizar o Brasil aos olhos do mundo, também se tornou um contrassenso econômico, não apenas para os empresários nacionais, que já vinham afundando, como também para o capital financeiro

A situação esdrúxula do Brasil, que passou a ter pela primeira vez em sua história um ocupante da presidência denunciado por corrupção passiva, se tornou um peso para a economia; segundo a agência de risco Moody's, Michel Temer perdeu a capacidade de aprovar as reformas que prometia, o que deve levar ao rebaixamento da nota do País; ou seja: o golpe, além de desmoralizar o Brasil aos olhos do mundo, também se tornou um contrassenso econômico, não apenas para os empresários nacionais, que já vinham afundando, como também para o capital financeiro
A situação esdrúxula do Brasil, que passou a ter pela primeira vez em sua história um ocupante da presidência denunciado por corrupção passiva, se tornou um peso para a economia; segundo a agência de risco Moody's, Michel Temer perdeu a capacidade de aprovar as reformas que prometia, o que deve levar ao rebaixamento da nota do País; ou seja: o golpe, além de desmoralizar o Brasil aos olhos do mundo, também se tornou um contrassenso econômico, não apenas para os empresários nacionais, que já vinham afundando, como também para o capital financeiro (Foto: Leonardo Attuch)


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247 – A situação esdrúxula do Brasil, que passou a ter pela primeira vez em sua história um ocupante da presidência denunciado por corrupção passiva, se tornou um peso para a economia.

Segundo a agência de risco Moody's, Michel Temer perdeu a capacidade de aprovar as reformas que prometia, o que deve levar ao rebaixamento da nota do País.

Ou seja: o golpe, além de desmoralizar o Brasil aos olhos do mundo, também se tornou um contrassenso econômico, não apenas para os empresários nacionais, que já vinham afundando, como também para o capital financeiro.

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Abaixo, reportagem da agência Reuters:

SÃO PAULO (Reuters) - A denúncia contra o presidente Michel Temer por corrupção passiva enfraqueceu os planos do governo de aprovar uma reforma da Previdência abrangente, ameaçando a qualidade creditícia do país, disse a agência de classificação de risco Moody's nesta segunda-feira.

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A turbulência política resultante pode forçar Temer a diluir a proposta de reforma previdenciária ou aumentar os gastos para garantir o apoio do Congresso, disseram as analistas da Moody's Anna Snyder e Samar Maziad, acrescentando que esperam que o presidente conclua o mandato.

"Embora esperemos que a presidência do sr. Temer sobreviva, a formalização das acusações cria uma turbulência política adicional que reduz a capacidade de sua administração de conquistar a aprovação do Congresso de uma reforma abrangente da Previdência, pesando sobre as perspectivas fiscais e econômicas do Brasil", disse a Moody's.

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A Moody's classifica a nota de crédito do Brasil em "Ba2", com perspectiva negativa.

As analistas avaliaram que se a reforma previdenciária não for aprovada neste ano, dificilmente será aprovada no ano que vem, por causa das eleições gerais em outubro de 2018.

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"A aprovação em momento oportuno de um projeto abrangente de reforma da Previdência é um dos principais fatores da qualidade de crédito do Brasil", disse a Moody's.

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, apresentou uma denúncia contra o presidente Temer por corrupção passiva, com base em delação premiada de executivos da JBS. A denúncia, contudo, somente pode ser recebida pelo Supremo Tribunal Federal (STF) caso seja autorizada pela Câmara dos Deputados. A expectativa é que o procurador apresente mais duas denúncia contra Temer, que também terão que ser autorizadas por 342 votos na Câmara para serem avaliadas pelo STF.

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(Por Guillermo Parra-Bernal e Raquel Stenzel)

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