Demitida do Santander diz que PT exigiu sua queda

Executiva Sinara Polycarpo Figueiredo, responsabilizada pela divulgação de um email que alertava clientes de alta renda sobre os "riscos da reeleição" da presidente Dilma Rousseff, em julho, entrou com ação na Justiça do Trabalho alegando perseguição do PT; ela quer o emprego de volta, além de indenização por danos morais e materiais; sua demissão foi anunciada pelo presidente mundial do banco, Emilio Botín, que afirmou publicamente que ela errou

Executiva Sinara Polycarpo Figueiredo, responsabilizada pela divulgação de um email que alertava clientes de alta renda sobre os "riscos da reeleição" da presidente Dilma Rousseff, em julho, entrou com ação na Justiça do Trabalho alegando perseguição do PT; ela quer o emprego de volta, além de indenização por danos morais e materiais; sua demissão foi anunciada pelo presidente mundial do banco, Emilio Botín, que afirmou publicamente que ela errou
Executiva Sinara Polycarpo Figueiredo, responsabilizada pela divulgação de um email que alertava clientes de alta renda sobre os "riscos da reeleição" da presidente Dilma Rousseff, em julho, entrou com ação na Justiça do Trabalho alegando perseguição do PT; ela quer o emprego de volta, além de indenização por danos morais e materiais; sua demissão foi anunciada pelo presidente mundial do banco, Emilio Botín, que afirmou publicamente que ela errou (Foto: Gisele Federicce)


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247 – Demitida do Santander em meio à polêmica criada em torno de um email sobre a reeleição de Dilma Rousseff, Sinara Polycarpo Figueiredo, superintendente de Consultoria de Investimentos Select (clientes com renda acima de R$ 10 mil), entrou com uma ação contra o banco no Ministério do Trabalho.

Na Justiça, segundo reportagem do jornal O Estado de S. Paulo deste domingo 28, ela alega que houve perseguição do PT. No email, disparado em julho, a instituição alertava os clientes sobre os "riscos" com a economia no Brasil caso Dilma fosse reeleita.

O episódio rendeu comentários da própria presidente, que o classificou como "lamentável". O presidente mundial do banco espanhol, Emilio Botín, falecido em setembro, anunciou que a empresa demitiu um funcionário em decorrência do fato, por ele ter cometido um erro.

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Na ação, Sinara pede sua recontratação "com todas as vantagens e benefícios", além de pagamento de indenização por danos materiais e morais – calculado em 200 vezes o valor que recebia – cerca de R$ 50 mil por mês. Ela defende que não tinha conhecimento da mensagem contra Dilma e que o texto não passou por sua revisão.

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