Delfim vê paranoia absurda sobre economia

Ex-ministro da Fazenda diz que situação não é confortável, como a de qualquer país, mas que estamos muito longe de perder o controle sobre a economia; “não há indício de que estamos diante de um desequilíbrio crescente”, afirma

Ex-ministro da Fazenda diz que situação não é confortável, como a de qualquer país, mas que estamos muito longe de perder o controle sobre a economia; “não há indício de que estamos diante de um desequilíbrio crescente”, afirma
Ex-ministro da Fazenda diz que situação não é confortável, como a de qualquer país, mas que estamos muito longe de perder o controle sobre a economia; “não há indício de que estamos diante de um desequilíbrio crescente”, afirma (Foto: Roberta Namour)


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247 – O ex-ministro da Fazenda e economista Antonio Delfim Neto chamou de paranoia absurda o nível de pessimismo com a economia nacional produzida pela convicção de alguns analistas de que estamos num processo crescente de aumento da nossa vulnerabilidade externa.

Em artigo no Valor, ele diz que é claro que precisamos corrigir o rumo, se desejarmos (como devemos) voltar ao crescimento robusto sem prejudicar o processo civilizatório que estamos vivendo desde a Constituição de 1988; mas que estamos muito longe de perder o controle sobre a economia

Ele reconhece que temos uma relação dívida bruta/PIB relativamente alta para um país emergente; assim como uma taxa de inflação alta e persistente e déficit em conta corrente num nível longe de ser saudável. Por outro lado, diz que o próprio mercado corrigiu os erros da política cambial e que não há indício de que estamos diante de um desequilíbrio crescente.

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Delfim diz que governo precisa convencer comunidade financeira que vamos enfrentar os problemas em 2014 com medidas concretas e tempestivas (leia na íntegra).

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