Delfim: Pessimismo não corresponde à realidade

Apesar de reconhecer desconforto em relação à situação fiscal do País, ex-ministro da Fazenda Delfim Netto reafirma que "não perdemos o controle da economia"; economista participa hoje de evento na Câmara Americana de Comércio (Amcham), em São Paulo

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247 – Assim como o empresário da CSN, Benjamim Steinbruch, o ex-ministro da Fazenda Delfim Netto condenou nesta terça-feira 30 o pessimismo em relação à situação econômica do País. Segundo ele, que participa de evento na Câmara Americana de Comércio (Amcham), em São Paulo, o pessimismo predominante não corresponde à realidade que estamos vivendo. "Não perdemos o controle da economia", disse, segundo reportagem do Valor Econômico.

O ex-ministro admitiu, porém, certo desconforto em relação à situação fiscal do País e à inflação. "O governo fez tantas artes, que transformou a dívida líquida em um indicador inutilizado", afirmou. Sobre a inflação, disse: "Uma inflação de 6,5% é alta. São poucos países que têm inflação superior a 5%, mas não perdemos o controle".

Na avaliação de Delfim Netto, o Brasil não cresce a um ritmo mais forte por falta de confiança entre o governo e o setor privado. O economista também afirmou que todo governo é intervencionista por definição e ressaltou que não houve quebra de contratos nas mudanças feitas pelo governo mos preços na energia elétrica, mas segundo ele, o processo foi feito de forma inábil.

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Em artigo na Folha de S.Paulo, Steinbruch alertou, também nesta terça-feira 30, que "a pior coisa que pode acontecer a uma pessoa, a uma empresa ou a um país é se deixar levar por ondas de pessimismo", um risco, que, segundo ele, o Brasil corre neste momento. Leia mais em "Xô, pessimismo", adverte Benjamim Steinbruch.

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